17 de setembro de 2012

Simbiótico....Fusional!

Entre os meu muitos defeitos (dá para fazer tanto lista em ordem alfabética quanto em ordem de grandeza!) está o fato de que eu, de certa forma, sou propenso ao que meu terapeuta chama de "relação fusional"....
Ou seja, eu tenho uma certa tendência de me "fundir" ao outro...sem trocadilhos com a palavra FUNDIR por favor!  =0)
Não sei bem se isto é uma neurose, uma psicopatia, ou se é só "meigo", mas a verdade é que eu tenho esta tendência mesmo, de dirigir meu universo, meu tempo, minha energia em direção ao outro. de repente, sem perceber, eu dou mais importância aos amigos do namorado, aos programas que o ficante gosta de fazer, e aos planos e desejos do marido.
Acho que eu já entendi o mecanismo: uma certa dose de baixa-estima (é estranho escrever baixa auto-estima não é?) que me faz imaginar que se eu fizer todas as vontades do outro, se eu for "util", eu não serei abandonado e que isto de certa forma irá encobrir as minhas "não qualidades".  E olha que eu sou bem orgulhoso e otimista para "parecer" que tenho baixa-estima.
Mas eu acho que este desejo de ser aceito, de ser gostado, de ser querido, realmente mexe comigo, ao invés da ilustração deste post, eu não "somo", eu me anulo e assumo "sinal" do outro..como em algumas reações quimicas.
E este tem sido meu aprendizado ao longo dos últimos anos...especialmente na terapia e me obsevando mais, entender meus desejos e meus sonhos, entender meus potenciais, e, como dizem muitas frases feitas que circulam pela internet, ESTAR BEM COMIGO MESMO, SEM PRECISAR DE ALGUEM para ser feliz ou pleno.
É claro que eu não sou este docinho também...já entendi que muitas vezes eu sou flexível e orientado em relação ao outro também porque de certa forma, sendo assim, eu "obrigo" o outro a se preocupar com minhas coisas, e mexer no seu jeito de ser para continaur comigo, com meus carinhos e dedicação.
.. mente perversa não?

Bom , entender que é um aprendizado a seer feito já é um começo, mas o trabalho envolvido nisto cansa um pouco, e me deixa muito confuso, afinal de contas, do outro jeito parecia que tava bom....mas eu sei que não tava, que posso chegar em algo muito mais pleno do que eu imaginava...

E vc? É FUSIONAL? SOMA? É SOMADO?

13 de setembro de 2012

O que você vai ser quando você crescer?

Escolher uma faculdade, uma carreira, uma profissão está cada vez mais difícil...
E quando os filhos chegam ao 16/17 anos eles são obrigados a tomar decisões neste sentido (e nós também fomos). Podemos até cair no círculo vicioso de afirmar que nesta idade somos imaturos, que deviamos ter mais tempo para decidir, para tomar esta decisão, mas na minha opinião de todo jeito chegaria uma data, se não fosse com 17 anos seria com 20, o que temos é que tentar tomar decisões mais acertadas! Mais felizes!
Aliás, supor que uma carreira vai nos dar felicidade eu acho uma premissa bem dificil de se cumprir. Porque felicidade é algom bem mais amplo.
Eu sempre criei minha filha com relativa autonomia, deixando que ela tomasse muitas decisões em sua vida (sem ser pernicioso e omisso naturalmente), ou pelo menos fazendo com que aprendesse a tomar decisões, mesmo que eu eventualmente não aprovasse ou não apoiasse.
Antigamente talvez fose mais fácil, primeiro porque era óbvio o filho seguir a carreira do Pai - e não seguir é que era um problema nas famílias - depois porque as carreiras eram apenas as "clássicas", Medicina, Engenharia, Direito, Administração, Odondotologia, sem tantas variáveis que hoje passam por Gastronomia, Gestão de Recursos Humanos e Direito Ambiental....só para citar algumas...
Na minha opinião, curso superior, profissão e carreira podem ser tratados de maneira distinta, seu curso superior pode ajudar você a ter uma profissão, mas não necessariamente ter uma carreira...O treino talvez seja o do jovem tentar imaginar como estaria trabalhando (em que ambiente, com que pessoas) daqui 20 ou trinta anos. 
Mas é um exercicio de futurologia "fudido" fazer isto, eu estou num momento profissional e segui um roteiro de carreira (com algumas guinadas) totalmente diferente do que imaginei, deixando algumas frustrações pelo caminho mas também com muitos ganhos pessoais e profissionais que não imaginaria.
E nossos filhos tem cada vez menos habilidade para lidar com frustrações, pois muita coisa vem fácil, não só porque as  famílias tem mais recursos, mas porque a tecnologia acelerou muito o acesso ás informações e desejos.
Eu tenho tentado conversar que a facuildade deve ser um instrumento para aumentar o conhecimento na área de interesse primordial, mas que o diploma não precisa ditar necessariamento o inicio da carreira, mas sem esquecer que cada recomeço pode cobrar um preço pelo tempo que a manobra leva. E outras habilidades de nossos filhos podem ser ressaltadas no dia a dia, em práticas que os pais podem estimular.
Se para escolher uma profissão faz diferença o jovem estar inserido num lar LGBT? A ferro e fogo eu diria que não, mas tb diria que talvez um clima de maior diversidade, de conhecer pessoas com diferentes estilos (e profissões), pessoas com coragem de assumir posições e enfrentar preconceitos... talvez isto ajude o jovem a ser mais corajoso em ser divergente, em dizer o que quer e batalhar por isto! Eu tenho amigas roqueiras, amigos cabelereiros e maquiadores, amigos engenheiros, ex-marido médico, vários empreendedores de seus negócios, gente dentro e "fora da norma". E vou dizer, isto deve deixar a cabeça do jovem bem mais aberta e corajosa!
Eu acabei lançando mão da ajuda de um programa de orientação vocacional (Projeto COLMEIA) que está discutindo justamente isto, como o jovem se vê daqui 20 ou trinta anos, e como ele pode fazer para chegar lá!

E você, algum dica para ajudar um jovem de 16/17 anos a escolher uma faculdade?
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9 de setembro de 2012

I M P E R D Í V E L

Ontem fui assistir ao espetáculo LUIS ANTÔNIO-GABRIELA, e chorei muito!
O espetáculo, baseado na história real da irmã (nascido irmão) do ator Nelson Baskerville, que depois de expulso de casa pelo pai, violento e abusivo, passou 30 anos longe da família, sem nenhum contato, sendo encontrado doente e morando na Espanha, quando já pensavam que ele estava morto.
A montagem, criativa e que te "pega pelo congote" em alguns momentos, tem muitas soluções de cena interessantes, também emociona. Mas o que pega mesmo é a estória, do sofrimento de um menino que se descobre no corpo errado, da família que não sabe como lidar com isto, e dos caminhos que cada um segue. Espetáculos biográficos tem sempre esta força.
Não tive como não chorar com a força e o sofrimento de tudo que se passava no palco!
Segundo o autor o espetáculo é um grande pedido de desculpas ao irmão.
Se você é gay, lésbica, trans, TEM que assistir ao espetáculo, falo sério! Se você tem parentes ou amigos trânsgeneros também tem que assistir.
E o preço nem é desculpa, pois o ingresso, no Teatro João Caetano, que é da Prefeitura de SP, custam R$20 e R$10 (estudantes).
Assista e depois me diga o que achou, mas fique esperto, que só vai até final de setembro.



6 de setembro de 2012

Homossexuais que buscam adotar encontram acolhida em Grupos

Já há bastante tempo a adoção passou a fazer parte do PLANEJAMENTO FAMILIAR das pessoas que se identificam como homossexuais. Mais e mais homens e mulheres homossexuais, casais ou solteiros, buscam os foruns e varas de familia para se inscreverem no processo de adoção, para aumentarem suas famílias, para terem seus filhos.
E não é por caridade, porque é "melhor a criança ser criada por um gay que ficar no orfanato", estas pessoas vão por amor, amor de sobra para poderem ter mais alguem em suas vidas.
Muitos casais homossexuais ainda tinham restrições, porque não poderiam regsitrar seu filho como filho de dois homens ou duas mulheres, mas com as dezenas de decisões recentes dos tribunais, em grande parte amparadas pela  decisão histórica do STF, isto começa a ser contornado.
Só que o processo de adoção é lento, juridicamente falando, e o "tornar-se pai" ou "tornar-se mãe" tem muitas variáveis, muito aprendizado para se realizar. 
Para ajudar neste processo é que existem os grupos de adoção, os grupos de adoção não "aceleram" processos e nem "arranjam crianças" ou "aprovam" candidatos. os grupos de adoção - na cidade de São Paulo são três - são reuniões de pessoas que tem dúvidas, pessoas que sabem um pouco mais, pessoas que tem experiencias e pessoas que tem muitas expectativas, um verdadeiro grupo de auto ajuda, de ajuda mútua.
Nas reuniões são abordados temas como "a chegada da criança", a escolha do perfil da criança, "como contar" para seu filho que ele é adotivo, quais são as diferenças de adotar um bebê e uma criança maior, e uma série de outros assuntos.

Eu posso indicar o PROJETO ACOLHER SP
É um grupo que eu  sei que os homossexuais são bem recebidos e acolhidos. (isto e tenho quase certeza se repete nos outros grupos) Ligue, compareça ás reuniões, você tem muito a ensinar com suas dúvidas e aprender com as dúvidas dos outros, tenho certeza!

E você pode ir na reunião mesmo sem estar inscrito no Forum, para saber mais , para tirar suas dúvidas... a próxima reunião é dia 14 de setembro, ainda dá tempo de se inscrever!

Você pensa em ter filhos?

1 de setembro de 2012

PROTESTO CONTRA A GAZETA DO POVO!

Pessoal, não vamos ficar quietos! Divulguem em seus Blogs!

Através do blog FAMìLIA COLORIDA, de BH, fiquei sabendo da absurda matéria publicada sobre adoção por homossexuais no jornal Gazeta do Povo!

Leia e se indigne também:

http://nossafamiliacolorida.blogspot.com.br/2012/08/materia-preconceituosa-sobre-adocao-por.html


Aproveite e assine a petição contra a matéria! CLIQUE AQUI!

31 de agosto de 2012

As escolhas...de nossos filhos!


- Pai, porque os rapazes que gostam de mim eu não estou afim deles e os que eu gosto não me dão bola?


!!

Ah minha filha! Esta não é a "pergunta de um milhão de dólares", mas com certeza a resposta vale isto!  Mas quando a gente é adolescente isto não é uma simples pergunta! É um problema!
Uma das maiores angustias de um pai (e mãe off course) é que não queremos que nossos filhos sofram. Sofram com doenças, com preconceito, com injustiças, e que não sofram por amor!
Os pais se desdobram para poupar os filhos de dificuldades, trabalham para oferecer para os filhos o que nunca tiveram, quebram a cabeça pensando em maneiras de alegrar e fazer felizes suas crias. Mas a verdade, que se descobre como pai (o melhor e o pior emprego do mundo!) é que a gente não vai conseguir livrar nossos filhos do sofrimento, punto e basta!
Queremos nossos filhos e filhas com auto-estima elevada, com amor próprio, com orgulho de suas conquistas e com forças para enfrentar as derrotas!
E eu, tenho que confessar, nem quero que minha filha não "sofra por amor", acho saudável numa certa idade (ou até um pouquinho mais tarde) que tenhamos amores platônicos e extremos, acho que a pessoa gostar-não ter-aprender uma equação com muitos ganhos.
Em especial acho saudável que ela namore bastante, algo entre o limite da fama de encalhada mas sem chegar no título de sabonete (passsa na mão de todo mundo), para experimentar, para se divertir, para aprender a sofrer na medida, para ter assunto, para poder comparar...e...em última instância para poder ESCOLHER, com base em experiências e vivencias.
Casar com o primeiro namorado, ou com o namoradinho do colégio, não me parece uma fórmula com bons resultados. Mesmo que aparentemente o quadro apresentado seja outro, acho difícil a relação se sustentar com pessoas tão imaturas emocionalmente.
Para os jovens gays então, este sofrimento é triplicado, primeiro porque via de regra eles acabam se apaixonando platonicamente pelo colega que nem gay é, e que justamente este menino, para não ser "zuado" pelos amigos, tem que se manter a kilómetros do amigo que os outros consideram "esquisito e efeminado", potencializando o sofrimento do platonicamente apaixonado...
Some a isto que ele não tem amigos, é esquisito e isolado, nem tem amigos da mesma idade ( se ele não frequenta do PURPURINA! ) e nem tem com quem conversar sobre este sentimento...
Nem mesmo em casa, porque os pais não sabem que ele é gay e jamais aceitariam!
Tá bom ou quer mais? Dá para entender porque os gays acabam tendo tantos problemas para vivenciar relações mais maduras...não dá?

É claro que toda esta teoria não esconde o fato de que o cara que fez minha filha sofrer é um cafajeste e um calhorda filho da puta, mas ela vai aprender a tirar ele da cabeça, tenho certeza, só tenho que ajudá-la a não deixar a peteca cair! (risos)

Quem aprendeu a sofrer por amor põe o dedo aqui! E comenta!

27 de agosto de 2012

Amor e Imcompreensão

Uma linda estória de amor, chorei! Mas também fiquei triste pois sei que isto acontece com muitas famílias LGBT. 

20 de agosto de 2012

Num é hora de falar em casamento..."mãns"

Uma revista dedicada ao casamento gay
Uma das coisas que curto é ficar meio perdido em uma destas gigantescas bancas de jornal que temos aqui em sampa, tem uma destas aqui perto de casa..a gente descobre títulos editorais de quase todos os assuntos, de artesanato com filtro de café usado (!) a comic books, de revistas de noivas a dezenas de revistas pornô... E bem ao lado da Revista Júnior eu encontrei uma revista que trazia na capa o Carlos Tufvesson e o André Piva ( um casal gay bem conhecido do Rio, pois o Carlos, estilista, é militante do movimento LGBT)
Uma revista inteirinha dedicada aos casamentos gays, daquelas bem tradicionais, com anúncios de buffets, bem casados, cerimonialistas, fotógrafos e todos aqueles salamaleques.  Depois eu até lembrei que tinha lido algo a respeito num site
...comprei né! (este é o perigo dos passeios ás bancas gigantes).
Além do zilhão de anúncios a revista, cujo editor é o jetsetter Bruno Chateaubriand, a revista mostra alguns enlaces e conta a estória de amor de diversos casais e os motivos que os levaram a se casar (todos depois da decisão do supremo que equiparou as uniões homoaetivas a casamentos). Eu fiquei emocionado e rindo sozinho com várias estórias, e tem fotos lindas.
Pelo que eu li , esta é apenas a terceira vez que uma revista destas é lançada no mundo. O interessante é que estas revistas não são tão efêmeras, elas circulam meses, de mão em mão, de salão em salão. Eu acho muito legal.
Sei que muita gente vai pensar que é só exploração do tal do Pink Money, que metade dos anunciantes nem apoia o casamento gay e só esta atras da grana, do nicho de mercado...pode até ser verdade, mas com o tempo, o trabalho de mudar corações e mentes, estas coisas vão se arraigando...
Eu sei que como estou saindo de um relacionamento não é hora de ficar entusiasmado com casamentos...mas ..que eu posso fazer...este é meu "xeitinho".

Nota negativa 1: Uma pena que a revista JUNIOR e muito pior, esta sobre casamentos, sejam sempre colocadas junto das revistas pornô... mas não é em todo lugar não!  Alias, eu sempre falo isto para quem vende.."esta revista não tinha que estar junto com as revistas porno, vc vai vender bem mais se colocar do lado da GQ ou da capricho"
Nota negativa 2: a maioria esmagadora dos anunciantes (que não são empresas lgbt)  produziu peças publicitárias especiais para a publicação, com bolos de arco iris, casaizinhos de biscuit e especialmente, fotos lindas...mas teve uns tres ou quatro que não entenderam o espirito da coisa, e insistiram em apresentar casais héteros em seus "reclames"...será insensibilidade ou queriam mostrar algum tipo de preconceito? Queria investigar se conseguiram atrair clientes para seus negócios.

Para quem não encontrar em banca e tiver vontade de comprar o "souvennir", acho que dá para comprar no site da editora

13 de agosto de 2012

Discriminar...


Discriminar tem sua origem na palavra em latim discriminare e se refere ao ato de distinguir, separar, diferenciar ou especificar.
v.t.d e v.bit. Aperceber-se das diferenças, discernir.

v.t.d. Classificar tendo em conta alguém motivo específico, listar.
v.t e v.pron. Construir um grupo distinto para não se juntar aos demais por possuir algum tipo de preconceito étnico, religioso, sexual etc.
v.t. p.ext. Tratar de forma injusta, com desigualdade uma pessoa ou um grupo de pessoas por motivos relacionados a alguma característica pessoal como: cor de pele, nível social, religião, sexualidade etc.
(Etm. do latim: discriminare) 
Sinônimos de Discriminar : diferenciardiferençardiscernir e distinguir



Numa conversa com amigos, há algum tempo já, um deles falava sobre sua "falta de sorte" para encontrar alguém para se relacionar, alguém para estabelecer laços, usando o velho mote de que "os homens gays não querem nada sério".
Mas enquanto ele falava de suas idas e vindas, o que dava para perceber é que ele na verdade escolhia errado, os objetos, em especial do desejo dele, eram pessoas que dava para perceber que não poderiam sustentar uma relação. Ele, um cara letrado, independente, viajado, empresario, acabava se envolvendo com pessoas menos cultas, com poucas ambições, com quem ele se dava muito bem na cama mas que pouco retroalimentavam outros aspectos de um relacionamento.

A conclusão a que chegamos, com ele, é que ele acabava escolhendo pessoas que , internamente, ele já sabia que não poderiam evoluir numa relação, provavelmente por um certo mêdo de ter algo mais sério, o que ele verbalizava como vontade- uma relação - acabava sendo boicotado justamente pela falta de objetividade, de discriminar os pontos envolvidos numa relação, justamente para investir em algo que tivesse mais chance de dar certo.
Tá parecendo muito mecânico e pouco romântico?
Pode até ser, mas a gente faz isto, escolhe entre: alto, baixo, loiro, magro, gordo, negro, que mora no bairro, descendente de japoneses, com um sorriso lindo, gostosinho, musculoso..... ir atras do desejo (no caso sexual ou romantico) não é discriminar?
Talvez tivesse alguma pessoa do seu lado, com muito mais chances de se darem bem, mas que vc nem olhou porque ele usava barba...ou fumava...e vc detesta isto! 
Ou seja, levar em conta os aspectos que movem teu desejo, mas também outras questões, que podiamos chamar de práticas, para aumentar as chances de uma relação dar certo, isto se nós realmente quisermos que as coisas deêm certo....
Isto não quer dizer que vai ficar "fácil" e que você não vai ter que batalhar para construir a relação, ceder, aprender. e nem estou defendendo que a gente procure alguém "igual"  ou a "metade da laranja"...
Acho que devemos discriminar (com sentido de listar) nossos sonhos, nossas perspectivas, para de certa forma aumentar as chances de algo dar certo, e se, de repente a pessoa tem alguma coisa que não te agrada (argh FUMA) talvez outros aspectos façam com que ele seja um grande "partido"...

E você, é bom em discriminar seus desejos?





9 de agosto de 2012

KYLE COMICS

Há vários anos (sim anos!), eu acompanho as estórias de um grupo de homens gays que moram numa pensão (um bed and breakfast). O autor tem um traço muito legal, inclusive quando desenha homens nús e as estórias se desenrolam em vários pequenos núcleos de personagens, que trazem identificação com minha história e de muitos que conheço.
Tem o "jogador de futebol americano no armário", o "cara galinha que só pensa em sexo e não quer namorar", o "gay bem sucedido que despreza todos", "o casal gay interracial que adotou uma criança" - que são vizinhos da pousada...além disso, o personagem do dono do B&B, o Kyle, é um "fofo" e acaba costurando todas as estórias, além dos personagens sazonais que vem e vão, justamente por se tratar deuma pousada.
Se quiser conhecer mais esta pequena "novela" clique em www.kylecomics.com, vc pode inclusive se registrar para receber as postagens quizenais com novos capitulos.
Espero que gosta da dica.