23 de outubro de 2008

Grupo de Pais Homossexuais promove maisuma reunião


Neste sábado, 25 de outubro, ocorrerá mais uma reunião do Grupo de Pais Homossexuais, coordenado pelos psicologos Vera Moris e Edson Efendi.

O grupo busca por em contato os homens que são homossexuais e também tenham filhos, em sua grande maioria proveninetes de casamentos heterossexuais anteriores.

No grupo são discutidos desde as questões de descobrir-se gay, revelação, como contar aos filhos, relacionamentos e outras duvidas e angustias que povoam a mente deste homens.

Além disto o grupo é um exclente ponto de socialização, onde são feitas novas amizades e muita informação é trocada. Atualmente são mais de 25 homens que participam do grupo, que promove reuniões também ás quintas feiras, para os que não podem vir no final de semana.

Se você tem interesse em participar, ou conhece alguem que tenha interesse, entre me contato com a Vera no email vemoris@uol.com.br

Seja bem vindo!

19 de outubro de 2008

Mãe sempre sabe!



Neste sábado foi o lançamente do lviro MÃE SEMPRE SABE da escritora e militnate Edith Modesto. Foi um sucesso, ela levou uma verdadeira multidão até a Livraria Saraiva do Shopping Patio Paulista.

E o livro vale a pena ser lido! Aliás! É um livro que PRECISAVA ser escrito! são dezenas de estorias, de depoimentos, que permeiam os estudos da Prof.a Edith sobre a relação de pais e mãe se seus filhos homossexuais!

Vale a pena!

17 de outubro de 2008

Bomba! Bomba! Kassab dá Secretaria de presente a "amigo"

olhem o que recebi


 
 

Quando o privado penetra no público...

Kassab dá Secretaria de presente a "amigo"

- por André Lux, jornalista (http://tudo-em-cima.blogspot.com/)

Quando pessoas como eu afirmam que é correto questionar a vida pessoal de alguém que se esconde atrás de um manto de hipocrisia e falso moralismo para poder atuar ileso e sem precisar prestar contas de seus atos, aparecem uns nervosinhos dizendo que é absurdo. Dizem que é "jogo sujo", acusam-nos de "homofobia" e outras besteiras assim.

Igual, por sinal, muitos fazem quando alguém questiona o tratamento dado por Israel aos palestinos ("Você é nazista! Anti-semita!") ou as ações imperialistas dos EUA ("Você é anti-americano! Stalinista!").

Mas, vejam só: finalmente comecou a cair a ficha e as pessoas passaram a perceber o quanto
a falta de transparência e de coragem em assumir suas verdadeiras preferências em público pode sim contaminar a política e produzir aberrações prejudiciais à comunidade.

É o caso do senhor Rodrigo Garcia, que muitos afirmam ser o companheiro de Kassab entre quatros paredes. É crime se for verdade que os dois são amantes? Jamais! Muito pelo contrário! Que sejam felizes e passem a vida inteira juntos, gozando os prazeres do mundo - se for mesmo verdade que são amantes.

Agora, vejam só que engraçado: Rodrigo Garcia ganhou de "presente" do amigo-prefeito Kassab a chefia da recém criada Secretaria de Desburocratização da Prefeitura de São Paulo... sem que exista qualquer justificativa para isso! Será que foi presente de casamento?

Por sinal... Secretaria de Desburocratização da Prefeitura de São Paulo? Que negócio é esse? Parece nome de repartição pública em algum filme histérico do Monty Phyton!!

Entendem agora a importância de se assumir em público certos detalhes da vida pessoal? Se o sujeito fosse casado com uma mulher ou então fosse gay assumido, todo mundo poderia questionar suas motivações ao nomear sua/seu parceiro para um cargo público inútil e, até então, inexistente.

Só que como o sujeito é enrustido (ou pelo menos não aceita ser questionado sobre sua vida pessoal sem rolar no chão e posar de vítima), fica mais fácil para poder continuar empregando amantes e "amigos" sem ter que dar explicação nenhuma a nós, os idiotas que pagamos por isso...

Vejam o texto abaixo do jornalista Renato Rovai, editor da Fórum, que finalmente começa a colocar o dedo nessa ferida.

Para que serve a secretaria de Rodrigo Garcia?

- por Renato Rovai, editor da Fórum

Escrevi num post aqui embaixo que considerei barbeiragem da marquetagem de Marta trazer a sexualidade de Kassab à tona ao perguntar se o mesmo era casado e tinha filhos. Acho que Kassab tem o direito de assumir ou não sua orientação sexual. E considero que o fato de ele não ser casado e não ter filhos não quer dizer absolutamente nada.

Isto, porém, não pode lhe dar salvaguardas para outras questões. E tenho uma que me parece conveniente ser feita.

Como jornalista quero saber para que serve a Secretaria de Desburocratização da Prefeitura de São Paulo? Esta pasta, leitores, existe e tem como titular o deputado estadual Rodrigo Garcia.

Também quero saber por que Rodrigo Garcia foi escolhido para ser o titular desta secretaria? Qual a sua especialização no tema?

Quando a esfera privada passa a ter relação com a pública o jornalismo e o debate político podem e devem ser exercidos. Não há salvaguardas para isso.

Exemplo torto é o caso Lulinha, que teve sua vida devassada por ter se tornado empresário quando seu pai era presidente da República. Toda a imprensa tratou do assunto e os adversários políticos o exploraram aos borbotões.

Quero saber para que serve a Secretaria de Desburocratização da Prefeitura de São Paulo? E por que Rodrigo Garcia é o titular da pasta?

PS: Entre
no link da Secretaria e veja se você entende para o que ela serve



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1 de outubro de 2008

Mãe sempre sabe?


Edith Modesto, escritora de mão cheia, mãe amorosa, amiga de todas as horas e batalhadora pela felicidade de tantas famílias brasileiras lnaç o livro.



"Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais"
Em São Paulo
Quando: 18 de outubro, sábado, das 19 às 22 horas. Às 20:30h haverá um bate-papo com os amigos.

Onde: Shopping Pátio Paulista - Saraiva MegaStore (próx. Pr. Oswaldo Cruz, no final da Av. Paulista).

No Rio de Janeiro
Quando: 21 de outubro, 3a. feira, às 20 horas.
Onde: PUC - Rio - Salão Pastoral - Rua Marques de São Vicente, 225 - Gávea.

Edith Modesto
GPH - Assoc. Bras. de Pais e Mães
www.gph.org. br

19 de setembro de 2008

FGV promove seminário sobre direitos LGBT

Evento acontece nesta segunda-feira (22) e terá a presença do especialista Robert Wintemute
Publicado em 18/9/2008 às 17:13 no site DYKERAMA
Para discutir as conquistas sociais e civis obtidas por casais homossexuais e o espaço conquistado por esse segmento na sociedade brasileira, a Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (Direito GV) promove na próxima segunda-feira (22), às 11h30, o seminário “A Defesa dos Direitos de Gays e Lésbicas no Mundo de Hoje”, com a presença do professor Robert Wintemute.
Robert Wintemute é professor da Escola de Direito King´s College, da Universidade de Londres, especializado na área de discriminação por orientação sexual.A palestra também contará com a participação do coordenador do Mestrado da Direito GV e professor de Direito Constitucional, Oscar Vilhena Vieira, e o professor Roger Raupp Rios, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Para o professor José Reinaldo Lima Lopes, organizador do evento, a discussão deverá ser bem abrangente. “Ele deve debater desde questões relacionadas à adoção até mesmo a união civil e compartilhar do histórico e de pesquisa de outros países”, declarou.A Direito DV fica à rua Rocha, 233, 9º andar. O evento é gratuito e aberto ao público mediante inscrição pelo telefone (11) 3281-3483.
Mais informações no site www.direitogv.com.br.

4 de setembro de 2008

Assessores apontam caminhos para adoção gay ser aprovada no Senado

Por Marcelo Hailer no site A CAPA em 3/9/2008 - 17:14

No dia 22 de agosto, a base governista fez acordo e retirou a emenda que aprovava adoção a casais homoafetivos. A pressão pra que se eliminasse tal proposta partiu do PTB, partido aliado do governo federal, entre algumas alegações disseram que a família ainda "não está preparada para tal fato". O projeto agora segue para o Senado.
A reportagem do A Capa apurou junto a assessores de parlamentares da Frente LGBT que aprovar o projeto como está e fazer uma emenda depois de sua sanção ou tentar reverter o quadro e reincluir o texto que prevê a adoção a casais homossexuais, podem ser estratégias adotadas por senadores aliados do movimento gay.Caio Varela, do gabinete da senadora Fátima Cleide (PT- RO), disse que o projeto em questão apresenta outro problema. "Além de terem vetado o texto da adoção a casais homossexuais, ele propõem outra coisa que é benefício fiscal a quem adotar, isso é um absurdo", protesta.
Opinião semelhante tem Marcio Sanchez, assessor da senadora Patrícia Saboya (PDT- CE). "Eu apelidei essa emenda de Bolsa Adoção. A adoção é um gesto de amor, não precisa de incentivo", aponta. Sobre a emenda vetada pela Câmara dos Deputados, Caio fala sobre possíveis caminhos para incluir a adoção a casais gays. "Não sabemos ainda se o projeto passará por várias comissões ou se irá direto para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Portanto já estamos articulando com as frentes da Criança e do Adolescente e, também com a frente LGBT, para tentar alterar o texto", conta. Ele ainda explica que a intenção deles é retirar os tais incentivos fiscais para adoção e incluir o texto em debate. Se for direto para a CCJ "não terá como alterar, mas se for para Criança e Adolescente ou Direitos Humanos é mais fácil de alterarmos o texto", diz.
Marcio aponta outro caminho de estratégia. "Talvez o melhor caminho seja nós aprovarmos como ele veio da Câmara e depois de aprovado nós apresentaríamos uma emenda". Porém, nem todos da Frente LGBT do Senado são otimistas ou acreditam em tais caminhos. Para José Pena, assessor da senadora Serys Slhessarenko (PT - MT) "como o projeto saiu daqui e retornou, podemos apenas revisar. Não há como alterar ou incluir outras coisas, só criando um projeto novo."Mais otimista, Marcio diz que não é necessário criar um projeto novo e que tentarão convencer o resto da frente a tentar todos o caminhos possíveis. "O projeto quando saiu daqui tratava apenas da adoção por parte de pessoas estrangeira, ao chegar na Câmara dos deputados é que foram incluídos outros textos, inclusive o de adoção por casais gays, de autoria da Laura Carneiro [DEM- RJ] e que na última hora foi derrubado.
Como essas emendas novas não foram apreciadas pelo Senado, nós podemos pedir pra rever a redação. Aí via emenda, colocamos na redação que qualquer casal independente do sexo pode adotar".Marcio revela que no momento estão articulando com os senadores das frentes e tentando convencê-los, mas ele reclama e diz que os senadores aliados precisam de "mais apoio do movimento e de pressão externa, mas aos poucos estamos ganhando mais aliados". Sobre quando será debatido o projeto de adoção, todos foram uníssonos e afirmaram que apenas após as eleições.

15 de agosto de 2008

Filhos: o que fazer antes, durante e depois de sua chegada?

Encontro discute no próximo dia 16 relação de casais homossexuais e seus filhos
Pessoas aparentadas que vivem, em geral, na mesma casa e que é formada pelo pai, mãe e filhos. É esse o conceito definido pelo dicionário e sustentado na sociedade atual sobre a família. Porém, pouco a pouco, essas referências que temos sobre os casais (homem e mulher) e pais (pai e mãe) começam a mudar.
Ainda que timidamente, novidades aparecem: hoje diversos filhos vivem com famílias formadas por “pai e pai” e “mãe e mãe”. São as chamadas ‘famílias alternativas’ ou ‘famílias homoparentais’. Mas nós homossexuais temos os mesmos direitos do que casais heterossexuais?
Para discutir esse tema e conhecer mais os direitos que as famílias homossexuais possuem, o Grupo de Casais do Corsa discute, no dia 16 de agosto, às 17h, a relação entre os casais do mesmo sexo e seus filhos. Para isso contaremos com a presença do autor do blog PAIGAY que falará e esclarecerá as dúvidas sobre adoção; crianças e homossexualidade; como lidar com filhos de casamentos anteriores; a necessidade de ter filhos e a hora certa para contar a eles sobre a nossa homossexualidade. Contamos com a sua presença!
Além de tirar as dúvidas sobre o assunto, o Grupo convida todos os casais para compartilhar e participar dos encontros que acontecerão, a principio, uma vez por mês abordando temas de interesse coletivo que vão desde os nossos direitos ou até coisas mais prosaicas do cotidiano, como gostos comuns e conflitos culinários! Participe!
Jantar — Logo após o encontro, o Corsa vai realizar mais um de seus famosos jantares. O cardápio do dia será Yakissoba. O convite antecipado custa R$ 10,00 e na hora, R$ 15,00. Esta atividade se destina a arrecadar fundos para manter a infraestrutura da entidade e é também um momento para nos conhecermos melhor. O convite é individual e não inclui bebidas.
Mais sobre os encontros - Falta de apoio do Estado, preconceito da sociedade e não-aceitação por parte da família e amigos: esses são alguns dos problemas que muitos casais homoafetivos enfrentam, além de outras dificuldades comuns a qualquer relacionamento. Considerando o quanto é importante para essas uniões a troca de experiência com outros casais e com o objetivo de criar um espaço saudável de convivência, o Corsa promove encontros mensais, sempre num sábado, das 17h às 18h30. Para mais informações, escreva para
thais.iervolino@uol.com.br


Serviço:Encontro de Casais do Corsa

Próxima reunião: dia 16/08/2008

Horário: das 17h às 18h30

Local: R. Conde de São Joaquim, 179 - Bela Vista (Próximo ao metrô São Joaquim)

Tema: Filhos: o que fazer antes, durante e depois de sua chegada?

14 de agosto de 2008

Conselhos ao Pai Homossexual na GonLINE

publicado na coluna S.O.S. da GonLINE

Pai homossexual
"Fui casado por 15 anos e tenho dois filhos: um menino de 12 e uma menina de 7 anos. Agora me "casei" com um homem. Qual a melhor forma de contar isso a eles? Abraço e obrigado!"
Adriano de Leon, por e-mail

Infelizmente, por mais que eduquemos nossos filhos para a diversidade, ainda existem na sociedade os preconceitos, que serão, eventualmente, assimilados por eles em outros contextos, tais como o da escola e o da convivência com os colegas.
O que posso dizer é que a relação que você tem com seus filhos é fundamental para que eles possam receber e entender essa nova situação em sua vida.A relação que estabelecem com o seu companheiro também é fundamental. Dependendo da situação, nada é preciso ser dito, pois já estará tudo implícito e seus filhos, aos poucos, irão compreendendo a situação. O mais importante é que eles percebam que, independentemente de qualquer configuração, você os ama e vai continuar sendo o pai deles. A relação com a mãe deles também é importante. Filhos de pais separados precisam sentir que o casal, o homem e a mulher, se separaram, não os pais.
Evidentemente, cada idade tem sua particularidade e seu jeito próprio de compreender a vida. E não se esqueça: boa relação proporciona um bom entendimento e compreensão vital!
Pedro Sammarco psicólogo e sexólogo
CRP 06/66066

11 de agosto de 2008

Sonho de bebê ideal atrapalha adoções

"Meninas com até 2 anos de idade são preferência nas adoções

Dados do Cadastro Nacional de Adoção, criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), derrubam o mito de que no Brasil existem mais crianças esperando pela adoção do que adultos interessados em assumir a guarda delas.
Os números mostram que para cada 16 pessoas ou casais registrados há uma criança à espera da adoção. Ao todo, são 1.994 pretendentes para 119 crianças. Apesar do alto número de pais candidatos, os processos costumam demorar porque há incompatibilidade entre o tipo de criança desejada e a realidade brasileira. Meninas com até 2 anos de idade e de pele branca são as mais procuradas. No entanto, a maioria das crianças que aguardam para serem adotadas são meninos de pele parda, entre 9 e 13 anos.
"A família geralmente estabelece um perfil excludente e inegociável. Tem aumentado o número de famílias interessadas em crianças com faixa etária mais elevada. Mas a resistência a esse grupo ainda é alta", conta o psicólogo-chefe da Vara da Infância e da Adolescência do Distrito Federal, Wagner Gomes de Sousa. O cadastro revela, ainda, que a maioria dos adultos interessados na adoção não tem filhos biológicos, mora em São Paulo e tem renda mensal entre cinco e dez salários mínimos."
publicado no Jornal do Commercio (PE), Carolina Brígido - 11/08/2008

30 de julho de 2008

e se meu filho não me amar quando souber?

o amor é incondicional?

Muitos, de pronto, e de forma geral, responderiam que sim! o amor é incondicional, o amor que sentimos por nossos filhos e que nossos filhos sentem por nós é incondicional!
Mas, infelizmente, para muitos homens, que foram pais e que se descobriram homossexuais, esta afirmação vem repleta de medo e angústia.
Estes homens tem medo de que, quando contarem a seus filhos que são homossexuais, eles deixarão de ser amados por seus filhos, pois seus filhos se sentirão traidos porque foram enganados, pois seus filhos se sentirão enojados em terem um pai gay!
Eles tem medo que isto aconteça quando seus filhos tem 3 anos, eles tem medo que isto aconteça quando seus filhos tem 12 anos e eles tem medo que isto aconteça quando seus filhos tem 22 anos. Talvez sair do armário para os filhos seja mais dificil que sair do armário para os pais...
Muitos e muitos homens passam anos em casamentos sem sentido por medo disto, muitos homens se mudam de cidade e até de país para não terem que enfrentar seus filhos.
Acho que isto acontece também com crianças que já entram em lares homossexuais, de certa forma elas também "descobrirão" que seus pais (ou mães) são homossexuais, e terão que aprender o signifcado disto na sociedade.
Pais abertamente homossexuais também terão que "sair do armário" e "se explicar" para seus filhos. Especialmente na adolescência, na pré adolescência, as crianças querem ser iguais, elas querem ter pais iguais. Nós homossexuais vamos ter que explicar para nossos filhos que o caminho que seguimos não é o mais fácil...
Em certa medida também enfrentrei isto, em determinado momento tive que "contar" para minha criança que o pai dela gostava de outros homens, não como amigo, mas como alguem que queria uma vida junta com outro homem.
E depois, tive que recontar, explicando o que sentia ao beijar outro homem
E depois tive que recontar explicando que nem sempre as crianças podem ir com os pais viajar...
Ou seja, todo dia sair do armário, estabelecer parâmetros, falar o que pensa, o que acha, o que é!

Mas acho que pais heteros também fazem isto de outras formas, também tem que falar sobre amor, sobre relacionamento...mas sem o medo da rejeição, sem o medo que a verdade os faça perder seus filhos...

Mas, posso dizer uma coisa? Vale a pena!