O importante é que é um encontro aberto, mesmo que você nunca tenha vindo no Grupo, se o assunto lhe interessar, você será bem vindo!
Muitas são as FAMILIAS HOMOAFETIVAS, homens ou mulheres gays que mantem longos relacionamentos, com ou sem filhos. Pais e mães homossexuais que criam filhos sozinhos. Filhos provenientes de casamentos anteriores, de adoções, ou outros métodos ... Este Blog quer conversar sobre estes paradigmas, sobre Paternidade Homossexual, sobre relacionamentos, família, direitos, leis. E também estimular a convivência entre estas famílias e a troca de idéias! Sejam bem vindos!
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1 de abril de 2013
Uma mãe de um homossexual visita os Pais Homossexuais
Neste sábado, da 6 de abril, a professora ( e supermãe) Edith Modesto será a convidada da reunião do Grupo de Pais Homossexuais HOMOPATER. Edith é uma estudiosa do assunto, reconhecida nacioalmente e também fundadora da ONG GPH e do Projeto Purpurina.
O importante é que é um encontro aberto, mesmo que você nunca tenha vindo no Grupo, se o assunto lhe interessar, você será bem vindo!
O importante é que é um encontro aberto, mesmo que você nunca tenha vindo no Grupo, se o assunto lhe interessar, você será bem vindo!
vejam o convite, abaixo:
O QUE MINHA FAMÍLIA E MEUS PAIS PENSAM DE MINHA HOMOAFETIVIDADE?
ENCONTRO DE EDITH MODESTO (QUE É MÃE DE HOMOSSEXUAL) COM O GRUPO DE PAIS HOMOPATER EM SÃO PAULO
DIA: 06 DE ABRIL ÀS 15H
LOCAL: RUA DIOGO DE FARIA, PROX ESTAÇÃO DO METRÔ STA CRUZ
AO LONGO DA HISTÓRIA DESTE GRUPO – BEM COMO NA DE OUTROS HOMOSSEXUAIS QUE SE REVELAM NUMA ORIENTAÇÃO HOMOAFETIVA – UM PONTO CULMINANTE, QUE SEMPRE MOBILIZA MEDOS, TABUS E ATÉ MESMO DIFICULTA A AUTO ACEITAÇÃO, É A PREOCUPAÇÃO COM OS PROPRIOS PAIS. COMO ELES REAGIRIAM, SENTIRIAM A REVELAÇÃO DA HOMOAFETIVIDADE DE UM FILHO? OS FILHOS, JÁ HOMENS FEITO E PAIS, TERIAM DIREITO DE MAGOAR SEUS PROPRIOS PAIS COM ESSA REVELAÇÃO? OS FAMILIARES ENTENDERIAM? QUAL O MAIOR PROBLEMA QUE DIFICULTARIA OS FAMILIARES ACEITAREM-NOS?
TEMOS CERTEZA QUE MUITAS INDAGAÇÕES PASSARAM E PASSAM PELA IMAGINAÇÃO DE TODO HOMOSSEXUAL, NÃO SÓ DOS QUE SÃO PAIS.
AGORA TODOS PODERÃO TER OPORTUNIDADE DE ENTENDER, CONVERSAR E TALVEZ ELABORAR ESSA QUESTÃO DE REVELAR OU NÃO REVELAR A HOMOAFETIVIDADE PARA OS FAMILIARES, COMPREENDENDO UM POUCO MAIS O QUE ELES (OS FAMILIARES) SENTEM SOBRE SEU FILHO SER UM HOMOSSEXUAL.
O ENCONTRO É ABERTO A QUALQUER FAMILIAR QUE SE SENTIR INTERESSADO EM PARTICIPAR, É ABERTO A AMIGOS, FILHOS, NAMORADOS, COMPANHEIROS. VENHAM E TRAGAM SUA FAMÍLIA (APENAS ADULTOS).
FAÇAM SUA RESERVA, VAGAS LIMITADAS, OS INTEGRANTES DO GRUPO DE PAIS NÃO PAGAM, CONVIDADOS: $30.
INFORMAÇÕES (com os detalhes do endereço para garantir sigilo)
E INSCRIÇÕES COM VERA MORIS, vemoris@uol.com.br
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13 de fevereiro de 2013
PRECONCEITO, O MEU E O DOS OUTROS
reproduzindo o convite do grupo HOMOPATER, aberto a convidados, inscreva-se e participe
"Amigos, nossa próxima reunião do grupo de pais HOMOPATER será sábado dia 16/02, às 15horas em São Paulo, será um encontro aberto a convidados externos, familiares, amigos.
O tema será: PRECONCEITO, O MEU E O DOS OUTROS
O nosso convidado Edilson Rodrigues, educador e ex gerente de educação de jovens e adultos do Distrito Federal, confirmou que estará em São Paulo no sábado, 16/02, e que falará com o grupo com muito prazer.
Solicitamos que confirmem sua presença (e a de convidados) para que possamos avaliar se é necessário mudança de local (proximo a estação metro Sta Cruz), o tema é mobilizante e deve atrair interessados.
Convidados pagam: R$30.
Vera Moris
Psicóloga
Psicóloga
inscrições no email:vemoris@uol.com.br
visite o sitehttp://www.homopater.com.br/
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13 de junho de 2010
“Papai é gay, meu filho”
Entrevista - Mau Couti, Fotógrafo e blogueiro
06/06/2010 - 00h00 (Outros - A Gazeta)
por Elaine Vieira da rede Gazeta evieira@redegazeta. com.br
“Papai é gay, meu filho”
06/06/2010 - 00h00 (Outros - A Gazeta)
por Elaine Vieira da rede Gazeta evieira@redegazeta. com.br
“Papai é gay, meu filho”
O fotógrafo Maurício Coutinho, 44 anos, é gay. Depois de anos tentando lutar contra seu desejo, numa época em que era feio e perigoso ser homossexual, ele conseguiu se assumir. A maior preocupação passou a ser como contar para o filho Bryan, então com 8 anos. Sabe o que o menino, hoje com 18 anos e uma tatuagem do nome do pai no braço esquerdo, disse? “Vão te sacanear, papai". Dito isso, logo depois passou a cobrar: “Você não disse que o namoro era igual, só que entre dois homens? Então manda beijo”, quando o pai desligou o telefonema para o namorado. Para contar sua história e ajudar outros como ele, Mau Couti- como é conhecido profissionalmente - criou o blog Papai Gay, para que crianças e adultos possam encarar o homossexualismo com a mesma naturalidade - e respeito - de Bryan.
Como você se descobriu homossexual?
Desde criança eu sempre soube que era gay, já admirava amigos do meu pai. Eram os homens que despertavam minha sexualidade. Meu pai era militar, mas não era o tipo de pessoa preconceituosa. Mas eu não conseguia me aceitar. Era anos 1980 e não havia ídolos gays. A personagem em voga era a travesti Rogéria, com quem eu não me identificava. Então eu fiquei assim, negando a minha realidade dos 8 aos 14 anos, quando tive minha primeira relação sexual com um homem.
Mas você também teve relacionamentos com mulheres.
Entre os 14 e os 18 anos também tive experiências com mulheres. Eu era considerado um bom partido, então pegava todas as meninas. E pegava homens também, mas com eles era tudo muito escondido, clandestino. Eu achava que com homens era só sexo, que eu nunca ia me apaixonar por nenhum, até porque eu também via aquilo tudo como muito sujo. E sexo é sexo, é bom, principalmente quando se é adolescente, então eu acabava ficando com as mulheres, porque eu também gostava e me apaixonava loucamente por elas. Quando tinha 18 anos, surgiu forte a questão da Aids, a história do Cazuza, e ninguém sabia direito como é que pegava aquilo. Na dúvida, preferi continuar transando com mulheres, porque, além do prazer, parecia mais seguro. E depois, quando decidi contar tudo pro meu pai, ele também acabou me influenciando a tentar com mulheres.
Por que você optou por sufocar sua sexualidade?
Eu gostava de mulheres, mas a atração maior era por homens, sempre foi. Estava muito na dúvida. Sabia que era gay, mas não queria ser. Naquela época ninguém queria ser gay, porque era muito difícil. Além disso teve a influência do meu pai. Foi bom ter contado tudo para ele, parecia que eu tinha me livrado de um câncer, mas, nessa conversa, meu pai, que era muito inteligente, acabou me influenciando, mostrando que já que eu tinha prazer com mulheres deveria continuar com elas. E aí a gente começou a se identificar mais um com o outro e eu me senti mais hetero. Foi então que me apaixonei pela mãe do meu filho, com quem casei aos 20 anos. Ficamos 10 anos juntos e eu sufocando minha homossexualidade. Fomos morar nos Estados Unidos e depois de 7 anos de casamento começamos a nos desentender, como todo casal. Depois de um tempo resolvi que queria viver tudo aquilo que eu tinha vivido com ela, uma relação séria, com um homem.
Foi aí que você começou a se aceitar?
Nos Estados Unidos, desde aquela época, os gays eram muito mais assumidos, tinham muito mais direitos conquistados e isso me ajudou a me aceitar. Quando eu voltei pro Brasil, decidi que a sociedade brasileira machista não ia mais me prender. Me separei, me apaixonei por um menino de 18 anos (eu tinha 30 na época) e assumi para a família toda.
E como foi esse processo até contar para o seu filho?
Foi uma confusão enorme. Minha separação teve briga na Justiça e tudo. Mas depois conseguimos nos entender e passamos a ter uma relação legal para poder criar nosso filho. Juntos, decidimos qual seria a melhor hora para contar para o Bryan. Aconteceu quando ele tinha 8 anos.
Foi mais difícil contar para ele do que para seus pais?
Pelo contrário, foi muito mais fácil. Depois que contei, percebi que nunca deveria ter escondido. A preocupação era se isso poderia influenciar a sexualidade dele, mas eu sabia que um gay já se reconhece assim desde pequeno. Se meu filho fosse gay, ele ia continuar sendo. Se fosse hetero, pelo menos ia se tornar um cara mais aberto, mais liberal, sem preconceitos. E foi isso que aconteceu. Esconder é subestimar a inteligência das crianças, a capacidade delas em entender uma coisa que existe desde sempre. A maldade está muito mais na cabeça dos adultos. Depois que contei, ele fez algumas perguntas sobre como é namoro, o que faz ou não. Eu respondi na medida do possível e em uma semana ela já tinha assimilado tudo.
O que o surpreendeu?
Nosso diálogo foi lindo. Eu perguntei para ele se teria problema se o pai fosse gay, ele disse que não. Então eu confirmei: “Pois é, papai é gay, meu filho”, e a primeira reação dele foi chorar e dizer que as pessoas iam me sacanear. Aí eu expliquei que todo mundo já sabia, menos ele. E ele quis que eu tivesse contado antes.
Você acha que a sua opção se refletiu de alguma forma na adolescência do seu filho, na relação dele com os amigos?
Lógico que as pessoas reagiram. Ele começou contando apenas para os amigos mais íntimos e, sem querer, acabou se tornando um militante no colégio, excluindo amigos que falavam coisas preconceituosas.
E ele participa da sua vida amorosa?
Nos finais de semana em que ele ficava comigo, viajávamos com meu namorado. No começo não tinha beijo, carinho, nada, era como se fosse um amigo. Mas depois que ele ficou sabendo, ele mesmo cobrava. Numa ligação para meu namorado, disse: “pai, você não falou que o namoro era a mesma coisa, só que entre dois homens? Então porque não mandou um beijo antes de desligar?”. Ele me fez ligar de novo, só para mandar beijo, e isso mostra a naturalidade com que encarou as coisas. É uma besteira não mostrar carinho, não beijar na frente de crianças, porque é exatamente isso que um casal hetero faria.
Que tipo de preconceito mais o incomoda?
É não poder andar de mãos dadas na rua. Não poder dar um beijo no meu namorado quando tiver vontade. Só acha que está tudo bem quem se satisfaz com subcidadania. Sou uma pessoa como todas as outras e tenho que ter os mesmos direitos de todo mundo. Por isso a homofobia tem que ser criminalizada. Só assim a sociedade brasileira vai entender que eu tenho o direito de passear de mãos dadas com meu namorado pela rua, sem achar que eu esteja agredindo ninguém. Se as crianças virem, melhor, aí os pais vão poder explicar que é normal e não teremos mais pessoas bitoladas, porque apesar da maior exposição dos gays, ainda tem muita gente por aí que acha que pode espancar uma pessoa só por causa da sua opção sexual.
Você está fazendo sua parte...
Criei o blog para falar sobre o que vivo e ele acabou virando uma ferramenta de utilidade pública, com as pessoas me procurando para tirar dúvidas. Da minha parte, acho que sou o único homem do mundo que quer que o filho seja gay. Queria pelo menos que ele experimentasse, mas ele não quer. Eu transei com um monte de mulher e nem por isso deixei de ser gay. Um hetero pode se permitir experimentar sem deixar de sê-lo também. Até brinco, dizendo que não adiantou nada tocar Cher quando ele era criança, meu filho acabou virando metaleiro!
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31 de março de 2010
Olá RICK MARTIN!
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11 de março de 2010
Grupo de Pais e Mães LGBT
No dia 21 de março, domingo, ás 15 horas, vai acontecer a primeira reunião de 2010 do Grupo de Pais e Mães LGBT, coordenado pelas companheiras, e mães, Jéssica e Carina.O grupo, além das discussões temáticas, serve como espaço de troca de experiência e convivência, os pais e mães são convidados a levarem seus filhos!
Local das reuniões
Rua do Manifesto 2973, no Ipiranga, (proximo á estação Sacomã do metro - linha verde)
Se tiver duvidas entre me contato pelo email maesepaislgbt@gmail.com
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14 de junho de 2005
a Mãe que sai do armário
Hoje uma amiga minha, a Tati, "saiu do armário para seu filho", teve "A" conversa com ele! Pelo que ela me contou a conversa não foi nenhuma surpresa para o filho, que se limitou a perguntar se a namorada dela seria sua madrasta...
Mas a minha amiga devia estar muito assustada, muito ansiosa, para que a conversa acabasse logo, depois vou pedir para ela que faça um resumo da conversa e das sensações...
Para a maioria dos homossexuais que não pretendem ter filhos esta é uma hipotese remota e talvez assustadora, como muitas vezes é assutador sair do armário para qualquer um.
Muitos inclusive pensam que este é um dos impedimentos para que um homossexual ou um casal homossexual, tenha filhos, imaginar as dificuldades que estes filhos enfrentariam na sociedade por terem dois pais ou duas mães, preconceito, o sofrimento...e simpelsmente desistem da ideia de ter filhos.
Mas porque contar? Porque não deixar a criança descobrir por si só? Assim ela fica mais tempo sem sofrer...(aliás, este é o mesmo argumento quando decidimos não contar para nossos pais, nossas mães...)
Meu argumento, e que parece ter ajudado a Tati, foi de que a verdade é o unico caminho, deixar nosso filho descobrir isto com um amiguinho ou com algum parente preconceituoso e ter que se deparar com a pergunta: "Pai , meu amigo falou que você é viado, isto é verdade?" deve ser bem pior não é?
Então minha reflexão é que os pais e mães homoafetivos é que devem trazer esta refelexão para a família, devem abordar este assunto, se possível aos poucos, mostrando as diferenças entre as pessoas, os exemplos em livros, novelas e filmes; se achar um livrinho, otimo, se não achar invente vc mesmo as estorias que mostrem as diferneças, os amores proibidos que sempre saem vencedores...
Não espere o momento que vc achar que ele está suficientemente maduro para ter "A" conversa, quando chegar la´vc já vai ter se escondido e mentido muito para sua criança, sobre a "tia" sempre presente ou aquele super "amigo" com quem o papai viaja sempre...
Não queremso que nossos filhos sofram, não queremos magoá-los e a melhro maneira de faazer isto é termos a verdade de nosso lado não acham?
E vc? pretende ter filhos? Já conversou com eles sobre isto?
Mas a minha amiga devia estar muito assustada, muito ansiosa, para que a conversa acabasse logo, depois vou pedir para ela que faça um resumo da conversa e das sensações...
Para a maioria dos homossexuais que não pretendem ter filhos esta é uma hipotese remota e talvez assustadora, como muitas vezes é assutador sair do armário para qualquer um.
Muitos inclusive pensam que este é um dos impedimentos para que um homossexual ou um casal homossexual, tenha filhos, imaginar as dificuldades que estes filhos enfrentariam na sociedade por terem dois pais ou duas mães, preconceito, o sofrimento...e simpelsmente desistem da ideia de ter filhos.
Mas porque contar? Porque não deixar a criança descobrir por si só? Assim ela fica mais tempo sem sofrer...(aliás, este é o mesmo argumento quando decidimos não contar para nossos pais, nossas mães...)
Meu argumento, e que parece ter ajudado a Tati, foi de que a verdade é o unico caminho, deixar nosso filho descobrir isto com um amiguinho ou com algum parente preconceituoso e ter que se deparar com a pergunta: "Pai , meu amigo falou que você é viado, isto é verdade?" deve ser bem pior não é?
Então minha reflexão é que os pais e mães homoafetivos é que devem trazer esta refelexão para a família, devem abordar este assunto, se possível aos poucos, mostrando as diferenças entre as pessoas, os exemplos em livros, novelas e filmes; se achar um livrinho, otimo, se não achar invente vc mesmo as estorias que mostrem as diferneças, os amores proibidos que sempre saem vencedores...
Não espere o momento que vc achar que ele está suficientemente maduro para ter "A" conversa, quando chegar la´vc já vai ter se escondido e mentido muito para sua criança, sobre a "tia" sempre presente ou aquele super "amigo" com quem o papai viaja sempre...
Não queremso que nossos filhos sofram, não queremos magoá-los e a melhro maneira de faazer isto é termos a verdade de nosso lado não acham?
E vc? pretende ter filhos? Já conversou com eles sobre isto?
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