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18 de maio de 2016

As diferenças ajudam ou atrapalham?

O grupo HOMOPATER, que reúne homens homossexuais, a maioria deles pais, realiza todo mês reuniões temáticas abertas a qualquer pessoa que queira participar. As reuniões sao um grupo bem fechado e sigiloso, então, se vc nunca se expos, nunca falou sobre o assunto, pode ser uma boa oportunidade.
A reunião deste mês fala sobre o relacionamento entre pessoas de perfis (idade, poder aquisitivo) diferentes. A Vera teve a ideia do tema a partir da história do Harris, que publiquei aqui no blog, de um homem de 90 anos que se casa com um cara de 40, e que causou muita discussão no grupo virtual que o Homopater mantem:


Se quiserem entrar em contato e se inscrever para participar a coordenadora do Grupo é a Psicóloga Vera Moris e o email dela é vemoris@uol.com.br

Sempre são reuniões interessantes, vale a pena!

14 de abril de 2016

Pagar para ter alguém? Participe do encontro!

O Grupo HOMOPATER coordenado pela Psicologo Vera Moris, ira se reunir para debater se as relações homo afetivas são influenciadas pelo poder do dinheiro, Inscreva-se!

23 de setembro de 2015

HOMOFOBIA em palestra...

O grupo HOMOPATER promove, neste próximo sábado, uma palestra para falar sobre HOMOFOBIA, entre no site e faça sua inscrição, pode ser uma boa oportunidade de aprofundar-se sobre o assunto e de quebra fazer novas amizades! Inscrições no site do grupo HOMOPATER.

25 de agosto de 2015

Encontro: Relacionamentos e Aplicativos

Resultado de imagem para love webO grupo HOMOPATER, coordenado pela Psicóloga Vera Moris vai promover no Dia 29 de agosto, ás 15 horas,  um encontro para falar sobre:

RELACIONAMENTO E HOMOAFETIVIDADE EM TEMPOS DE APLICATIVOS, WhatsApp, CHATS, INTERNET...SMARTPHONES

Como entender, se preparar, estar por dentro, participar, aproveitar...acompanhar a comunicação cada vez mais imediata e instantânea sem perder a sutileza, delicadeza e respeito aos nossos sentimentos e necessidades?

O encontro é aberto a convidados, todos podem participar. (Os encontros acontecem num espaço perto do metrô PRAÇA DA ÁRVORE)

Para fazer sua inscrição contate a Vera no email:  vemoris@uol.com.br 

Para conhecer mais sobre o HOMOPATER clique em www.homopater.com.br 




3 de março de 2015

Qual a diferença de um relacionamento hétero e de um relacionamento homo?


Diferença? NENHUMA! 

Como sabem eu faço parte de um grupo de Pais Homossexuais (HOMOPATER). Este grupo, além de encontros presenciais, mantém um grupo virtual de discussão muito rico, sempre com discussões interessantes e temas palpitantes (que todo mundo quer dar palpite)  Como este grupo é formado majoritariamente por pais que viveram um casamento heterossexual, e como sempre tem pessoas novas entrando, alguns assuntos são recorrentes, mas mesmo alguns assuntos se repetindo eles sempre são tratados de maneira diferente, principalmente porque são discutidos por pessoas diferentes em momentos diferentes... São homens que "eram" heterossexuais e "viraram" homossexuais. São homens que tem que reconstruir suas fés e crenças, são homens que tem que reconstruir uma identidade.

Um assunto recente foi o questionamento de um participante que disse que "ainda não sabia se relacionar com um outro homem, pois, todos sabem, relacionamentos entre homens são diferentes dos relacionamentos de homens e mulheres!"

A princípio eu concordo com ele, homens e mulheres são diferentes! Homens tem pinto, mulheres tem vagina, homens tem barba, mulheres (exceto Frida) não, homens são brutos, mulheres delicadas, homens são práticos, mulheres amorosas... ou seja, um relacionamento entre um homem e uma mulher é diferente de um relacionamento entre dois homens! COM CERTEZA!
Só que, a meu ver, esta é uma analise simplista pois eu sei que dois relacionamentos não são iguais, um relacionamento entre uma mulher e um homem não é o mesmo que o relacionamento entre outro homem e outra mulher, ou seja, não existem dois relacionamentos iguais! Não existem modelos para serem seguidos entre um homem e uma mulher (se fizer assim vai dar certo!), entre um homem caucasiano e uma mulher negra, entre um homem nordestino e uma mulher carioca, entre um cara baixinho e uma mulher alta, entre um homem e outro homem, não existem dois relacionamentos iguais!

Tem muita gente que acha que os gays tem que "inventar" um novo modelo de relacionamento, um novo padrão, distante do padrão hétero, para não imitar, ou como dizem "simular" um casamento hétero. Falam que relacionamento aberto seria bom porque dois "bodes soltos" pastam melhor... Outros falam de relacionamento poliamoroso, e até mesmo que homens nem devem ter relacionamento... mas não se engane, todos querem sugerir um padrão para saber quem está "certo" e quem está "errado", para normatizar... principalmente porque a gente está sempre querendo fazer a coisa certa para ser aceito, para se sentir normal! E nada mais anormal - e deliciosamente anárquico - que não seguir um padrão!

Quando a gente entende isto é que começa a conseguir verdadeiramente se relacionar com alguém, quando descobre que não tem padrão, que o OUTRO é único e tudo que vc viver com ele vai ser único, vc descobre que não deve ter o objetivo de encaixar ele no seu padrão... você deixa as coisas acontecerem... é claro que eu sei que um relacionamento homossexual enfrenta questões que um casamento hetero não enfrenta, mas eu estou falando de sentimento, de coração, e isto sempre é diferente!

E ai? Qual o seu padrão de relacionamento gay?


17 de fevereiro de 2015

HOMOAFETIVIDADE, HOMOPATERNIDADE E VULNERABILIDADES.

O grupo HOMOPATER, coordenado pela psicologa Vera Moris, que reúne homens homossexuais que tem filhos, se reúne periodicamente para discutir assuntos relacionados ao universo masculino, a paternidade e a homoafetividade.
Se você é homossexual e pai é uma boa oportunidade de refletir sobre muitas questões, toda vez que eu participo eu sempre saio com a cabeça fervilhando!
No próximo dia 21 de FEVEREIRO o tema da reunião será : HOMOAFETIVIDADE, HOMOPATERNIDADE E VULNERABILIDADES, e no convite para a reunião ela propõe uma reflexão:

"Ser homossexual, assumir a homossexualidade, pode predispor à fatores de risco?
Muitos enfrentamentos são necessários para não sucumbir ao adoecimento quando um homem percebe que não tem outra saida, que PRECISA ACEITAR SUA ORIENTAÇÃO HOMOSSEXUAL.

Há riscos? O que é necessário conhecer, trabalhar, enfrentar para um fortalecimento e enfrentamento consciente do que pode tornar alguém mais vulnerável e exposto a riscos.
Conhecer nossas fragilidades, limites é falar da exposição ao risco e de vulnerabilidades; é também saber como nos fortalecer."

O grupo será coordenado pela Vera e pelo também psicólogo e especialista em relacionamentos Edson Efendi. Se você tiver interesse em participar entre em contato com a Vera pelo telefone 5581.8141 ou pelo email vemoris@uol.com.br


Mas pensando no assunto.... será que um Homem Gay é mais vulnerável que um Homem Hétero? Vou tentar comparecer á reunião e depois eu conto!

18 de setembro de 2014

Debate aberto sobre RELACIONAMENTOS em 20 de setembro

divulgando convite feito pela Psicologa Vera Moris



DIA 20/09 AS 15h
 
NO GRUPO DE PAIS HOMOPATER 
 
Teremos uma reunião aberta a convidados com Dr Plinio Maciel Junior discutindo um dos assuntos mais polêmicos de vocês homens: RELACIONAMENTOS
 
Amor, intimidade, relacionamento afetivo, sentimentos... coisas de homem? As relações amorosas entre homens para além da heteronormatividade.
 
Seria mesmo tão dificil homens viverem um relacionamento? Parece complicado falar de fidelidade de intimidade, quando se trata de dois homens numa relação?
Então vamos pensar junto com quem pode falar aberta e francamente sobre isso.
Nosso convidado Dr Plinio, que virá trazer essa discussão para homens e pais do grupo Homopater, é doutor especializado em assuntos sobre masculinidade, sendo terapeuta e professor na PUC-SP. 
Participe entre em contato para informações e inscrições
Vera Moris
Psicóloga
Tel (011) 5581-8141


e conheça o site HOMOPATER, clique aqui


17 de agosto de 2014

Homopater discute Profilaxia Pré Exposição

Lembram daquela notícia que a OMS tinha orientado que Homens que fazem sexo com Homens, como medida de prevenção, passassem a tomar TRUVADA? 
Em função desta discussão, e de outros desdobramentos, o Grupo Homopater, coordenado pela psicóloga Vera Moris - que reúne outros Homens, Homossexuais e Pais, vai realizar no dia 
23 de agosto, ás 15 horas, uma encontro com o Dr. Danilo Finamor, do CRT, sobre estes assuntos.

Se tiver interesse em participar entre no site do grupo e increva-se:




16 de junho de 2014

DIA DOS NAMORADOS... dentro do armário!

Meu dia dos namorados foi bem tranquilo, resolvemos (na realidade eu resolvi!) comemorar no dia 11 de junho porque imaginava que no dia 12, em função do jogo, ia estar bem confuso e que depois do jogo e da cerveja não ia rolar sair para um jantarzinho romântico... e mesmo eu não ligando muito para estas datas sempre é bom um pretexto para ficar junto.
Fomos a um  restaurante nos jardins que já estava devidamente preparado para o dia dos namorados antecipado, rosas nas mesas, velas, cardápio especial... pena que me chateei logo de cara... quando chegamos percebi que todas as mesas que tinham casais (segunda a definição defendida pelos homofóbicos, aquele formado por um homem e uma mulher) .. quando o casal sentava  o garçon vinha e acendia a velinha da mesa... mas na nossa ele não acendeu. ...
Não acho que o garçon esqueceu, pois ele acendeu de outras mesas, nem que ele não se tocou que éramos um casal, pois usamos alianças de compromisso, além disto, no bairro dos Jardins, em SP, a comunidade gay é bastante visível e todos os estabelecimentos devem estar abertos a servi-los sob pena de fecharem.  Vou supor que ele não quis “dar um fora” inferindo que éramos um casal ou que, hipótese mais razoável, ele não quis dar seu “aval” ao casal gay e não fez a gentileza protocolar de acender a velinha.
Como era dia de romantismo e não de stress, e como meu namorado não percebeu,  eu guardei no bolso  a frase “pode acender a velinha para nós também porque somos um casal” e resolvi marcar o território de maneira mais visível, chegando bem pertinho do Mr. Jay, com bastante chamego e conversinhas de pé de ouvido... ( e na sexta feira mandei um email para o restaurante relatando meu desconforto – para alivio de minha persona militante)

Mas a minha reflexão sobre o dia dos namorados vem a partir da minha participação no encontro do Grupo HOMOPATER (veja abaixo) no dia 7 de junho.
Um denominador, que eu percebo bastante comum para estes homens, que foram ou são casados com mulheres,  é que sua decisão em assumir uma identidade homossexual toma força não a partir do fato deles perceberem que sentem prazer em transar com outro homem, mas a partir do ponto em que eles se descobrem envolvidos emocionalmente com outro homem, ou seja, quando se reconhecem como homoafetivos.  E comigo não acho que foi diferente. Tornar-se gay é estar enamorado.
Ou seja, além de estarem no armário eles passam a viver um relacionamento no armário. E ai “a merda atinge o ventilador”, pois ter um lance eventual, seja com um homem ou mulher,  é fácil de disfarçar, agora ter alguém com quem você gosta de estar, de conversar, é muito mais difícil de equacionar, é muito complicado montar toda a logística de desculpas e mentiras coerentes. E some a isto o fato de que,  para a maioria, o sentimento de estar traindo a companheira com quem construiu uma vida em comum, a mãe dos filhos, é muito desgastante, pois são pessoas corretas em suas vidas, com princípios... E de certa forma eles também fazem sofrer seus novos companheiros, especialmente se para estes as portas do armário não estiverem tão fechadas.
Dá para imaginar a energia psíquica que isto drena das pessoas? Eu percebo isto claramente quando participo destas reuniões, e cada vez que eu consigo ter empatia por estas pessoas eu sinto que cresço como pessoa.

Só para contar rapidamente, sem quebrar o sigilo que é fundamental para que este grupo possa existir, nesta semana haviam duas estórias que me fizeram desembocar nesta reflexão sobre namoros no armário:
 Um homem viúvo, cuja esposa – por quem ele se declarou sempre apaixonado – ficou doente durante muitos anos,  que foi, justamente no período que a esposa convalecia, de certa forma seduzido por um colega de trabalho, que o “chutou” depois de conseguir o que queria, mas que hoje vive uma bela relação com outro homem mais velho,.
E outro  - que ainda está casado – mas que teve um relacionamento secreto com outro homem durante quatro anos - e que foi justamente este amante que o fez sair do armário para a família e amigos (lembrei de BrokeBack Mountain)... mas que hoje está envolvido com um pessoa legal e procurando equacionar isto com sua vida...
Belas estórias de vida que me fazem valorizar ainda mais minhas conquistas e ser solidário a estes homens que estão buscando a felicidade!
E você, já teve um relacionamento NO ARMÁRIO? Como era viver esta dualidade?
 
SOBRE O HOMOPATER: o Grupo HOMOPATER coordenado pela psicóloga Vera Moris, reúne Homens, em sua maioria Pais, que viveram realidades heterossexuais até um certo ponto de suas vidas e que perceberam que o caminho para a felicidade passava pela homoafetividade.Se você tem interesse em participar entre em contato com a Vera, no email vemoris@uol.com.br , agora neste sábado o Grupo vai fazer um encontro, quem sabe você consegue ir!
 

22 de novembro de 2013

Encontro para falar sobre REVELAÇÃO PARA OS FILHOS

Dica para quem tem filhos (ou quer ter filhos) e não sabe como abordar a questão da sexualidade com os filhos.

No dia 23 de novembro, sábado, a psicóloga Vera Moris, fundadora do Grupo HOMOPATER, vai coordenar uma reunião que tem como tema a  REVELAÇÃO PARA OS FILHOS, onde ela vai falar sobre a pesquisa do doutorado dela, finalizada em 2007, e fazer um levantamento da situação e dos desdobramentos ao longo deste tempo.


Se você tem interesse em saber mais sobre o assunto, ou de participar da reunião, entre em contato com a Vera pelo email vemoris@uol.com.br



É uma excelente oportunidade de trocar experiências e conversar sobre assuntos sérios!

27 de setembro de 2013

recaida racional... seria tudo tão mais fácil!

continuação de "Tá eu sou gay!"

Depois do fim do meu relacionamento com o Japa, com quem eu digo que "descobri o amor",  eu passei por um momento de decepção com esta questão do relacionamento de dois homens, passei por um momento que eu achei que nunca seria feliz do lado de um homem, especialmente porque eu acreditava que eu seria muito feliz sendo pai, e, sem mulher, não dava para ser pai! (adoção só entrou em minha lista de possibilidades em 1996!).
Eu detestava a idéia que MONOGOMIA NÃO É NATURAL entre os gays, e que os gays não devem entrar na vibe do SIMULACRO HETERO!
Eu estava muito confuso. Foi ai que eu pensei :

- "Se eu me casasse com uma mulher tudo seria mais fácil! , eu seria plenamente aceito, teria os filhos que tanto sonhava e, se não desse certo, me separaria, mas ai já teria meus filhos e não pensaria mais nesta besteira, neste tesão, de sair com caras! Seria tudo tão mais fácil"
 
Idéia brilhante não acham? Esta idéia resolveria um monte de problemas, todos de uma vez. E eu acho que transaria com uma mulher sem problema, por conta da minha posição preferencial na cama... (se bem que isto não aconteceu ate hoje rsrsrs)...E ai, quando eu me enchesse, me separaria, mas já teria meus filhos!
Eu seria um filho-da-puta, com todas estas letras, pois o plano era resolver estas questões, ser aceito, ter filhos, eu ser feliz porque achava que este era o caminho, a tal da "esposa" era apenas um acessório para estes objetivos! E não seria muito difícil eu conseguir a guarda de meus filhos...era só eu me casar com uma mulher super focada em sua vida profissional!
Repita comigo: FDP!
Seria um "paper marriage" como chamam os americanos, um "casamento de conveniência"! Se bem que eu jamais deixaria ela saber disto!
Eu até acho que poderia fazer uma mulher feliz, e poderíamos nos gostar muito, eu sou um cara educado, trabalhador, sem vícios, não era feio - daria um bom progenitor aliás! Mas eu acho que nunca seria um relacionamento com eu acho que deve ser!

Na época da faculdade havia uma garota que era verdadeiramente apaixonada por mim, amiga de uma colega de faculdade, ela sempre me "cercou" nas festas, nas saídas, mas eu nunca dei margem para nada, mesmo não sendo 100% resolvido eu nunca dei espaço. Nesta época desta minha idéia "brilhante" ela ainda estava solteira. E eu me reaproximei...cortejei, investi.. ficamos saindo juntos algum tempo e o fato dela ainda ser virgem (soube através da amiga em comum) me desobrigou de investidas maiores do ponto de vista sexual - mas chegamos bem perto.
Mas eu não estava tranquilo, não estava feliz, mesmo com meus objetivos caminhando bem. Ser "filho da puta" não é parte dos meus métodos! Então eu decidi que não ia levar aquilo adiante...naquela semana  tínhamos marcado de ir juntos assistir o show histórico do João Gilberto no PALACE, e eu simplesmente dei o cano , sumi, fiquei sem atender o telefone...
E eu dizendo que não costumo ser "filho-da-puta"....
Só avisei minha mãe que eu estava bem para evitar ser procurado pela PM e pelo IML!
Sumi por alguns dias, sem atender telefone, eu queria que ela ficasse com raiva de mim, para terminar tudo...para ser mais fácil...para mim, claro!!!
Ai liguei para ela e despejei as frases chavão "eu não estou preparado para um relacionamento", "o problema não é você, sou eu", "eu me sinto sufocado e quero mais liberdade", "sou muito novo para me amarrar" e, se me lembro bem, outras do mesmo quilate! Até hoje me recrimino de ter mexido com o sentimento de uma pessoa deste jeito, mas tenho certeza que teria sido pior se levasse isto em frente...

Eu poderia ter caído nesta "armadilha", o casamento aceitável, conheço muitos caras que passaram por este processo, tiveram sua vida hetero, seus filhos, e num determinado momento tiveram que sair do armário, se entender, ir em busca do que lhes faria mais completos, e eles tiveram que travar uma batalha dura.  Mas na realidade uma batalha adiada apenas, e eu tomei a decisão de não adiar minha batalha!
Eu não recrimino os muitos amigos que passaram por este processo, imagino o esforço interno, a energia gasta, e as barras mais pesadas ainda quando resolveram sair do armário. E ainda tem muita gente nesta situação....  aliás, se vc está lendo este texto e esta nesta situação, eu sugiro que procure a VERA MORIS, que coordena o grupo HOMOPATER, clique AQUI!

E você, já teve algum tipo de recaída?

1 de abril de 2013

Uma mãe de um homossexual visita os Pais Homossexuais

 
Neste sábado, da 6 de abril, a professora ( e supermãe) Edith Modesto será a convidada da reunião do Grupo de Pais Homossexuais HOMOPATER.  Edith é uma estudiosa do assunto, reconhecida nacioalmente e também fundadora da ONG GPH e do Projeto Purpurina. 
O importante é que é um encontro aberto, mesmo que você nunca tenha vindo no Grupo, se o assunto lhe interessar, você será bem vindo!
vejam o convite, abaixo:
 
O QUE MINHA FAMÍLIA E MEUS PAIS PENSAM DE MINHA HOMOAFETIVIDADE?
ENCONTRO DE EDITH MODESTO (QUE É MÃE DE HOMOSSEXUAL) COM O GRUPO DE PAIS HOMOPATER EM SÃO PAULO
DIA: 06 DE ABRIL ÀS 15H
LOCAL: RUA DIOGO DE FARIA, PROX ESTAÇÃO DO METRÔ STA CRUZ
AO LONGO DA HISTÓRIA DESTE GRUPO – BEM COMO NA DE OUTROS HOMOSSEXUAIS QUE SE REVELAM NUMA ORIENTAÇÃO HOMOAFETIVA – UM PONTO CULMINANTE, QUE SEMPRE MOBILIZA MEDOS, TABUS E ATÉ MESMO DIFICULTA A AUTO ACEITAÇÃO, É A PREOCUPAÇÃO COM OS PROPRIOS PAIS. COMO ELES REAGIRIAM, SENTIRIAM A REVELAÇÃO DA HOMOAFETIVIDADE DE UM FILHO? OS FILHOS, JÁ HOMENS FEITO E PAIS, TERIAM DIREITO DE MAGOAR SEUS PROPRIOS PAIS COM ESSA REVELAÇÃO? OS FAMILIARES ENTENDERIAM? QUAL O MAIOR PROBLEMA QUE DIFICULTARIA OS FAMILIARES ACEITAREM-NOS?
TEMOS CERTEZA QUE MUITAS INDAGAÇÕES PASSARAM E PASSAM PELA IMAGINAÇÃO DE TODO HOMOSSEXUAL, NÃO SÓ DOS QUE SÃO PAIS.
AGORA TODOS PODERÃO TER OPORTUNIDADE DE ENTENDER, CONVERSAR E TALVEZ ELABORAR ESSA QUESTÃO DE REVELAR OU NÃO REVELAR A HOMOAFETIVIDADE PARA OS FAMILIARES, COMPREENDENDO UM POUCO MAIS O QUE ELES (OS FAMILIARES) SENTEM SOBRE SEU FILHO SER UM HOMOSSEXUAL.
O ENCONTRO É ABERTO A QUALQUER FAMILIAR QUE SE SENTIR INTERESSADO EM PARTICIPAR, É ABERTO A AMIGOS, FILHOS, NAMORADOS, COMPANHEIROS. VENHAM E TRAGAM SUA FAMÍLIA (APENAS ADULTOS).
FAÇAM SUA RESERVA, VAGAS LIMITADAS, OS INTEGRANTES DO GRUPO DE PAIS NÃO PAGAM, CONVIDADOS: $30.
INFORMAÇÕES (com os detalhes do endereço para garantir sigilo)
E INSCRIÇÕES COM VERA MORIS, vemoris@uol.com.br

20 de março de 2013

Melhor CASADO? Melhor SOLTEIRO? PARTICIPE!

Participe de reunião do Grupo HOMOPATER no dia 23 de março!
 
SOLIDÃO NECESSÁRIA;
O PESO QUE DEPOSITAMOS NA BUSCA DE UM RELACIONAMENTO;
COMO VIVER COM ALGUÉM..
.PORQUE VIVER SÓ É TÃO DIFÍCIL;
COMO MANTER ALGUÉM QUE """ACHAMOS""" QUE AMAMOS;
PORQUE TENHO MEDO DA SOLIDÃO...
Muitos são os links que podemos fazer nesse setor tão complicado de nossas vidas (RELAÇÃO DE CASAL) entao vamos trazer esse assunto para nossa REUNIÃO TEMÁTICA, ABERTA, NESTA SEMANA NO DIA 23 DE MARÇO, 15 horas.
 
 Venham! Participem!
 
entre em contato!
 
Vera Moris
Psicóloga
Cons (011) 5581-8141
vemoris@uol.com.br
www.homopater.com.br

13 de fevereiro de 2013

PRECONCEITO, O MEU E O DOS OUTROS

reproduzindo o convite do grupo HOMOPATER, aberto a convidados, inscreva-se e participe
  
"Amigos, nossa próxima reunião do grupo de pais HOMOPATER será sábado dia 16/02, às 15horas em São Paulo, será um encontro aberto a convidados externos, familiares, amigos.
O tema será: PRECONCEITO, O MEU E O DOS OUTROS
O nosso convidado Edilson Rodrigues, educador e ex gerente de educação de jovens e adultos do Distrito Federal, confirmou que estará em São Paulo no sábado, 16/02, e que falará com o grupo com muito prazer.
Solicitamos que confirmem sua presença (e a de convidados) para que possamos avaliar se é necessário mudança de local (proximo a estação metro Sta Cruz), o tema é mobilizante e deve atrair interessados.
Convidados pagam: R$30.
  
Vera Moris
Psicóloga

inscrições no email:vemoris@uol.com.br

visite o sitehttp://www.homopater.com.br/

15 de janeiro de 2013

Pai Gay, Filhos e Filhas, Namorados e Novas Relações

Neste sábado, 19 de janeiro de 2013, o GRUPO DE PAIS HOMOSSEXUAIS coordenado e dirigido pela Psicologa VERA MORIS e pelo Psicólogo Edson Efendi fará sua primeira reunião de 2013.
Este encontro é aberto inclusive a convidados!
Você já me viu falar sobre este grupo! Ele surgiu a partir da pesquisa de Doutorado que a Vera Moris fez ( e eu fui um dos entrevistados) sobre o convívios de homens homossexuais e seus filhos. Os grupos (rio e sp) se reunem mensalmente sempre com temas referentes a este universo.
Acho que a  conversa deste sábado va ser interessante, porque é um grande problema dos homens que tem filhos em relações heterossexais e depois de entenderm-se gays querem integrar estes dois mundos..o que muitas vezes gera conflitos, decepções, triseza..
Mas, por ouvir tantas e tantas estórias, quero dizer que a grande maioria no final tem resultados positivos...
Como disse além dos membros do grupo este encontro é aberto a convidados, além dos membros efetivos do Grupo, por isto, se você pensa em ter filhos ou está numa relação com alguem que tem filhos, talvez seja uma boa idéia participar.
Fale com a Vera pelo email vemoris@uol.com.br

Para saber mais vá ao site do grupo: HOMOPATER

11 de novembro de 2012

ADOÇÃO - é sempre bom estar preparado!

No úlimo sábado participei da reunião do HOMOPATER, o Grupo de Homens Gays e Pais coordenado pela psicóloga Vera Moris. Ela me chamou para participar da reunião pois os tema era justmente a PATERNIDADE, em que momento e de que forma surge a Paternidade, quais são nossas principais preocupações na criação de filhos....
A conversa foi muito, muito, muito, interessante, pois reuniu homens que tem filhos das mais divesas faixas etárias, desde crianças, até filhos adultos com 30/40 anos, além de um casal de homens que esta no processo de adoção de uma criança.
Falou-se muito das expectativas que temos em relação aos nossos filhos, de nossos mêdos, de nossas angustias como pais, desde a violência urbana, virgindade, futuro, estudo, carreira... um papo muito interessante em que duas horas foram pouco!
Com relação aos homens que adotam e pretendem adotar, eu deixei minha sugestão. É muito importante que participem das reuniões de grupos de adoção, elas são super importantes para preparar as pessoas, para conhecer mais sobre o assunto, para ver o que acontece em outras familias, em outras adoções. Porque as sitações são particulares e não tem manual!
Mesmo para quem ainda não deciciu, que só esta pensando, é legal participar, isto pode ajudar a tomar decisões. E olha, os homens e mulheres, solteiros ou não, homossexuais ou não, são muito bem vindos nestes grupos!
Vai aqui a dica dos grupos aqui de sampa:

PROJETO ACOLHER - reuniões na região de Santo Amaro

PROJETO ACALANTO- reuniões na região da Freguesia do Ó

GAASP - Grupo de Apoio á Adoção de São Paulo - reuniões na região de Vila Mariana




13 de julho de 2008

Homens, Pais e Homossexuais...

Eu sei que já falei aqui no blog sobre o Grupo de Pais Homossexuais que a Psicologa Vera Moris e o Psicologo Edson Defendi organizaram. O grupo tem crescido e alguns dos novos participantes chegaram nos encontros através justamente desta divulgação que faço aqui. Hoje já são mais de 15 homens, com diferentes estórias de vida, tem gente que vem do interior de São Paulo, do Rio e de outras cidades para estas reuniões.
Além disto também existe um grupo virtual, que reúne outros pais, que não podem se reunir pessoalmente.
Recebo alguns emails e recados de homens que gostariam de saber mais sobre o grupo , pois parecem crer que as situações que eles própiaos vivem são muito diversas. Pensando nisto resolvi contar, de maneira muito superficial, qual é o perfil destes homens., sei que as informações que vou passar não vão identificar nenhum deles, porque a privacidade é algo muitoimportante neste grupo.
Cabe dizer que a maioria absoluta é de homens que se casaram, tiveram filhos e que em determinado momento perceberam que sua felicidade passava por um outro caminho. Por isto eu inverti o titulo do post, pois eles se reconheceram como pais antes de serem homossexuais.
Todos sofrem com a distância dos filhos e estão nos mais diversos estágios de assumirem sua orientação para os outros.
- Um dos membros do Grupo está sem ver os filhos há vários meses, a esposa sumiu levando os filhos e ele tem tido muito apoio de seu companheiro de 5 anos.
- Outro leva uma vida dupla, em São Paulo ele leva uma vida homossexual , onde todos sabem, onde tinha um relacionamento de conheciemnto de todos, e em sua cidade natal, uma capital de outro estado, ele nada deixa transparecer.
- Um outro vivia uma vida muito conflituosa ao lado da esposa e teve sua primeira experiència homossexual depois dos 40 anos, e foi descoberto por seus filhos, que vasculharam seu email.
- Um dos mais recentes no grupo, nunca falou para ninguem que era homossexual, as primeiras pessoas para que contou forma as pessoa d do grupo, ele terminou seu casamento sem que a esposa soubesse e temum relacionaento com uma pessoa bem mais jovem.
- Outro tem uma vida bastante aberta, com filhos já adolescentes, mas sua esposa nutre uma profunda raiva dele, oque atrapalha em muito seu relacionamento com os filhos.
- Outro, tem total apoio da esposa e uma conviência muito saudável com os filhos, saiu do armário sem grandes traumas e problemas.

Estas são apenas algumas das muitas estórias que permeiam nossa reuniões, que tem sido uma chance enorme de aprendizado e emoções.

Se você é homem, homossexual e pai, e o Grupo lhe interessa, entre em contato com a Vera no email vemoris@uol.com.br .
A próxima reunião será em 19 de julho!