31 de agosto de 2012

As escolhas...de nossos filhos!


- Pai, porque os rapazes que gostam de mim eu não estou afim deles e os que eu gosto não me dão bola?


!!

Ah minha filha! Esta não é a "pergunta de um milhão de dólares", mas com certeza a resposta vale isto!  Mas quando a gente é adolescente isto não é uma simples pergunta! É um problema!
Uma das maiores angustias de um pai (e mãe off course) é que não queremos que nossos filhos sofram. Sofram com doenças, com preconceito, com injustiças, e que não sofram por amor!
Os pais se desdobram para poupar os filhos de dificuldades, trabalham para oferecer para os filhos o que nunca tiveram, quebram a cabeça pensando em maneiras de alegrar e fazer felizes suas crias. Mas a verdade, que se descobre como pai (o melhor e o pior emprego do mundo!) é que a gente não vai conseguir livrar nossos filhos do sofrimento, punto e basta!
Queremos nossos filhos e filhas com auto-estima elevada, com amor próprio, com orgulho de suas conquistas e com forças para enfrentar as derrotas!
E eu, tenho que confessar, nem quero que minha filha não "sofra por amor", acho saudável numa certa idade (ou até um pouquinho mais tarde) que tenhamos amores platônicos e extremos, acho que a pessoa gostar-não ter-aprender uma equação com muitos ganhos.
Em especial acho saudável que ela namore bastante, algo entre o limite da fama de encalhada mas sem chegar no título de sabonete (passsa na mão de todo mundo), para experimentar, para se divertir, para aprender a sofrer na medida, para ter assunto, para poder comparar...e...em última instância para poder ESCOLHER, com base em experiências e vivencias.
Casar com o primeiro namorado, ou com o namoradinho do colégio, não me parece uma fórmula com bons resultados. Mesmo que aparentemente o quadro apresentado seja outro, acho difícil a relação se sustentar com pessoas tão imaturas emocionalmente.
Para os jovens gays então, este sofrimento é triplicado, primeiro porque via de regra eles acabam se apaixonando platonicamente pelo colega que nem gay é, e que justamente este menino, para não ser "zuado" pelos amigos, tem que se manter a kilómetros do amigo que os outros consideram "esquisito e efeminado", potencializando o sofrimento do platonicamente apaixonado...
Some a isto que ele não tem amigos, é esquisito e isolado, nem tem amigos da mesma idade ( se ele não frequenta do PURPURINA! ) e nem tem com quem conversar sobre este sentimento...
Nem mesmo em casa, porque os pais não sabem que ele é gay e jamais aceitariam!
Tá bom ou quer mais? Dá para entender porque os gays acabam tendo tantos problemas para vivenciar relações mais maduras...não dá?

É claro que toda esta teoria não esconde o fato de que o cara que fez minha filha sofrer é um cafajeste e um calhorda filho da puta, mas ela vai aprender a tirar ele da cabeça, tenho certeza, só tenho que ajudá-la a não deixar a peteca cair! (risos)

Quem aprendeu a sofrer por amor põe o dedo aqui! E comenta!

27 de agosto de 2012

Amor e Imcompreensão

Uma linda estória de amor, chorei! Mas também fiquei triste pois sei que isto acontece com muitas famílias LGBT. 

20 de agosto de 2012

Num é hora de falar em casamento..."mãns"

Uma revista dedicada ao casamento gay
Uma das coisas que curto é ficar meio perdido em uma destas gigantescas bancas de jornal que temos aqui em sampa, tem uma destas aqui perto de casa..a gente descobre títulos editorais de quase todos os assuntos, de artesanato com filtro de café usado (!) a comic books, de revistas de noivas a dezenas de revistas pornô... E bem ao lado da Revista Júnior eu encontrei uma revista que trazia na capa o Carlos Tufvesson e o André Piva ( um casal gay bem conhecido do Rio, pois o Carlos, estilista, é militante do movimento LGBT)
Uma revista inteirinha dedicada aos casamentos gays, daquelas bem tradicionais, com anúncios de buffets, bem casados, cerimonialistas, fotógrafos e todos aqueles salamaleques.  Depois eu até lembrei que tinha lido algo a respeito num site
...comprei né! (este é o perigo dos passeios ás bancas gigantes).
Além do zilhão de anúncios a revista, cujo editor é o jetsetter Bruno Chateaubriand, a revista mostra alguns enlaces e conta a estória de amor de diversos casais e os motivos que os levaram a se casar (todos depois da decisão do supremo que equiparou as uniões homoaetivas a casamentos). Eu fiquei emocionado e rindo sozinho com várias estórias, e tem fotos lindas.
Pelo que eu li , esta é apenas a terceira vez que uma revista destas é lançada no mundo. O interessante é que estas revistas não são tão efêmeras, elas circulam meses, de mão em mão, de salão em salão. Eu acho muito legal.
Sei que muita gente vai pensar que é só exploração do tal do Pink Money, que metade dos anunciantes nem apoia o casamento gay e só esta atras da grana, do nicho de mercado...pode até ser verdade, mas com o tempo, o trabalho de mudar corações e mentes, estas coisas vão se arraigando...
Eu sei que como estou saindo de um relacionamento não é hora de ficar entusiasmado com casamentos...mas ..que eu posso fazer...este é meu "xeitinho".

Nota negativa 1: Uma pena que a revista JUNIOR e muito pior, esta sobre casamentos, sejam sempre colocadas junto das revistas pornô... mas não é em todo lugar não!  Alias, eu sempre falo isto para quem vende.."esta revista não tinha que estar junto com as revistas porno, vc vai vender bem mais se colocar do lado da GQ ou da capricho"
Nota negativa 2: a maioria esmagadora dos anunciantes (que não são empresas lgbt)  produziu peças publicitárias especiais para a publicação, com bolos de arco iris, casaizinhos de biscuit e especialmente, fotos lindas...mas teve uns tres ou quatro que não entenderam o espirito da coisa, e insistiram em apresentar casais héteros em seus "reclames"...será insensibilidade ou queriam mostrar algum tipo de preconceito? Queria investigar se conseguiram atrair clientes para seus negócios.

Para quem não encontrar em banca e tiver vontade de comprar o "souvennir", acho que dá para comprar no site da editora

13 de agosto de 2012

Discriminar...


Discriminar tem sua origem na palavra em latim discriminare e se refere ao ato de distinguir, separar, diferenciar ou especificar.
v.t.d e v.bit. Aperceber-se das diferenças, discernir.

v.t.d. Classificar tendo em conta alguém motivo específico, listar.
v.t e v.pron. Construir um grupo distinto para não se juntar aos demais por possuir algum tipo de preconceito étnico, religioso, sexual etc.
v.t. p.ext. Tratar de forma injusta, com desigualdade uma pessoa ou um grupo de pessoas por motivos relacionados a alguma característica pessoal como: cor de pele, nível social, religião, sexualidade etc.
(Etm. do latim: discriminare) 
Sinônimos de Discriminar : diferenciardiferençardiscernir e distinguir



Numa conversa com amigos, há algum tempo já, um deles falava sobre sua "falta de sorte" para encontrar alguém para se relacionar, alguém para estabelecer laços, usando o velho mote de que "os homens gays não querem nada sério".
Mas enquanto ele falava de suas idas e vindas, o que dava para perceber é que ele na verdade escolhia errado, os objetos, em especial do desejo dele, eram pessoas que dava para perceber que não poderiam sustentar uma relação. Ele, um cara letrado, independente, viajado, empresario, acabava se envolvendo com pessoas menos cultas, com poucas ambições, com quem ele se dava muito bem na cama mas que pouco retroalimentavam outros aspectos de um relacionamento.

A conclusão a que chegamos, com ele, é que ele acabava escolhendo pessoas que , internamente, ele já sabia que não poderiam evoluir numa relação, provavelmente por um certo mêdo de ter algo mais sério, o que ele verbalizava como vontade- uma relação - acabava sendo boicotado justamente pela falta de objetividade, de discriminar os pontos envolvidos numa relação, justamente para investir em algo que tivesse mais chance de dar certo.
Tá parecendo muito mecânico e pouco romântico?
Pode até ser, mas a gente faz isto, escolhe entre: alto, baixo, loiro, magro, gordo, negro, que mora no bairro, descendente de japoneses, com um sorriso lindo, gostosinho, musculoso..... ir atras do desejo (no caso sexual ou romantico) não é discriminar?
Talvez tivesse alguma pessoa do seu lado, com muito mais chances de se darem bem, mas que vc nem olhou porque ele usava barba...ou fumava...e vc detesta isto! 
Ou seja, levar em conta os aspectos que movem teu desejo, mas também outras questões, que podiamos chamar de práticas, para aumentar as chances de uma relação dar certo, isto se nós realmente quisermos que as coisas deêm certo....
Isto não quer dizer que vai ficar "fácil" e que você não vai ter que batalhar para construir a relação, ceder, aprender. e nem estou defendendo que a gente procure alguém "igual"  ou a "metade da laranja"...
Acho que devemos discriminar (com sentido de listar) nossos sonhos, nossas perspectivas, para de certa forma aumentar as chances de algo dar certo, e se, de repente a pessoa tem alguma coisa que não te agrada (argh FUMA) talvez outros aspectos façam com que ele seja um grande "partido"...

E você, é bom em discriminar seus desejos?





9 de agosto de 2012

KYLE COMICS

Há vários anos (sim anos!), eu acompanho as estórias de um grupo de homens gays que moram numa pensão (um bed and breakfast). O autor tem um traço muito legal, inclusive quando desenha homens nús e as estórias se desenrolam em vários pequenos núcleos de personagens, que trazem identificação com minha história e de muitos que conheço.
Tem o "jogador de futebol americano no armário", o "cara galinha que só pensa em sexo e não quer namorar", o "gay bem sucedido que despreza todos", "o casal gay interracial que adotou uma criança" - que são vizinhos da pousada...além disso, o personagem do dono do B&B, o Kyle, é um "fofo" e acaba costurando todas as estórias, além dos personagens sazonais que vem e vão, justamente por se tratar deuma pousada.
Se quiser conhecer mais esta pequena "novela" clique em www.kylecomics.com, vc pode inclusive se registrar para receber as postagens quizenais com novos capitulos.
Espero que gosta da dica.

31 de julho de 2012

Preste atenção se não está num "triangulo amoroso"!

Uma das questões que teve grande peso no desandar de meu relacionamento, tenho que admitir,  foi que viviamos um "triângulo amoroso", Eu, Ele e... a depressão dele...
Eu confesso a vcs que eu conhecia muito pouco sobre a depressão, até mesmo em terapia já conversamos sobre o aspecto positivo de se deprimir, o que eu tenho certa dificuldade, fazendo sempre a linha Polyana...
Então no começo eu achava que era só o "jeito dele", que tinha momentos de mais tristeza e mais euforia, eu até encarava como joi de vivre a maioria do tempo. Ele nunca me enganou, me contou de seu medo de doenças, me contou que chegara a se tratar e tomar remédios durante a juventude. E eu topei continuar com ele.
Ele tinha momentos que não conseguia sair da cama, trabalhar, fazer as coisas dele, e momentos de extrema euforia (muitas vezes turbinados com alcool) em que ele ia para a balada tres dias seguidos, ficava até 5 horas da manha... Eu que sou bem "controlado" e "previsível" até achava interessante este nosso contraste, alem dele ser  11 anos mais novo que eu, ele era bem diferente
Mas combinavamos em  muitas coisas, conversavamos muito, ele é uma pessoa muito inteligente, trabalha em uma área bem diferente da minha, eu aprendia muita coisa com ele. E durante um bom tempo achei que nossos sonhos e projetos poderiam se encaixar e serem tocados em comum.
No começo eu achava que tinha algum tipo de cura, talvez se ele tomase remedios,  fizesse terapia, nunca mais precisasse sofrer com aquela doença. É muito frustrante vc ter alguem que vc ama doennte e se sentir impotente. Então eu tnah que acreditar que ele ficaria bom.
Depois eu entendi que não dava para curar, que isto fazia parte dele e eu pensei que eu devia entender, aceitar e conviver com aquilo, mas de alguma forma eu achava que se ele não se deparasse com coisas ruins ele não teria crises. se eu blindasse ele de problemas ele não ficaria triste.
Ai eu errei feio,  comecei a assumir coisas dele, cuidar de muitos aspectos da vida dele, e exagerei de monte...teve dias que eu nem trabalhava, ´dias que ele estava  muito triste eu era capaz de ficar do lado  dele o dia todo, ir ao trabalho e esperar na porta durante várias horas, levar ele aonde precisasse ir.
Eu entendia que aquele era um caminho para dar uma mão para ele, alavancar um momento ruim e trazer ele para cima, era um caminho que meu amor por ele me dizia para seguir, mas na realidade foi isto que acabou "botando  para fuder" a relação. Fui  me tornando o "pai" da relação, um pouco por acomodação dele, um pouco pelas minhas neuroses e pela relação de dependência e co-dependencia que se criou. e isto foi nos distanciando, porque afinal de contas as pessoas não querem transar com o  pai né?
Eu ate entendia isto, e com relação a minha filha (de verdade) eu sabia perfeitamente como agir, porque eu fazia diferente com ele? Acho que a doença de certa forma tb me dominou, eu tinha muito medo das crises dele, de com ele se sentia triste quando estava em momento de baixo humor, auto estima, animo...
Um verdadeiro triangulo amoroso, que, de certa forma, eu perdi...

21 de julho de 2012

e porque não dar nome aos veados?

Já expliquei isto uma vez e explico de novo... 

A minha ideia, quando comecei este blog,  em maio de 2005, era criar um espaço para se falar da paternidade gay, das dificuldades de uma família com dois homens, das dificuldades de criar filhos sozinhos no inóspito mundo homofóbico que vivemos...
Mesmo porque eu me sentia muito sozinho nestes aspecto, pois uma porcentagem mínima de gays adotava, e os que tinham filhos de casamentos heterossexuais também estavam calados
Nunca pensei neste blog como uma maneira de divulgar meu nome, faturar prestigio pessoal ou patrimonial, também não pretendia me tornar referência de nada. Expert em nada.
Eu sou 99% fora do armário, um grande número de pessoas que lê este blog me conhece, e outros tantos fiz amizade através do blog, que também serviu para fortalecer grupos, como o de Homens Homossexuais e Pais,  coordenado pela psicóloga Vera Moris, o site homopater, Para os patrulhadores de plantão pode ser uma decepção que eu não queira aparecer...mais fácil acreditarem que tenho problemas com o fato de ser gay.
Já dei dezenas de entrevistas sobre adoção, e com o mesmo objetivo, falar das possibilidades da adoção, das familias que se formam, das crianças que saem dos abrigos para novos lares, e muitas vezes sou criticado por não focar na "adoção por homossexuais"...não foco porque isto eu e você sabemos que não é importante, não vamos dar munição aos bossais!
E quando falo sobre meu trabalho, também não falo que sou "gay e pai adotivo"...isto não é meu currículo, é minha vida.
Agora meus "serviços" nem são mais tão importantes, a adoção gay, o casamento gay, são assuntos diários da mídia, das novelas, do programa do Bial, existem pelo menos meia dúzia de blogs escritos por jornalistas abertamente homossexuais sobre adoção por gays...mesmo porque grande parte deles esta pensando ou acabou de adotar crianças!
Se este meu diário pessoal pôde no passado ou puder no futuro ajudar alguém, ótimo. 


18 de julho de 2012

Algumas coisa eu já previa...

Se durante o casamento ele se mostrava muitas vezes com ciúmes de coisas que não existiam, eu tinha como certo que isto iria se exacerbar...

Aliás, o  ciumento pelo que entendo é aquela pessoa que vê um fato e IMAGINA uma situação... ou seja, você para, no caminho de casa, no supermercado para comprar alguma coisa que falta ou que quer fazer especial para seu amor, e este amor, quando dá pela sua falta, te liga e quando você atende ele pergunta..."- Está com quem?"
Ou seja, ela já tem certeza que tem algo acontecendo...
E vou dizer, passar anos e anos e a pessoa não confiar em vc, é frustrante...
Ontem sai jantar com amigos, ele me ligou, e confesso, estávamos falando dele, de casamentos, eu não tava com saco de atender...
Ai me passou um recado, dois, com intervalos mínimos...não respondi, e continuou
"liguei em casa e sua filha disse que vc não esta"
"ela disse que não vai dizer aonde vc está , porque não quer se meter nesta estória (eita menina sábia)
"nossa, já achou alguém assim rápido hein!
Depois deste, se eu até em consideração iria responder algo, até dizer onde e com quem estava, desisti, mas ele não:
"rápido"
"vc tem o direito de refazer sua vida"
"boa noite"

Tenho que me preparar não acham?

Quem está numa relação com uma pessoa ciumenta sabe do que estou falando não sabe? Conta ai!

14 de julho de 2012

repercutindo..


    • quando eu mandei a mensagem oficializando a relação eu não sabia bem o que queria...mentira, eu sabia sim
      eu não queria ter que ficar me explicando para cada pessoa que encontrasse, 
      - cade o F?
      ...contando, como quando aonde porque, e também não queria que as pessoas ficassem sabendo por intermédio de outros e sem saber se podiam falar comigo sobre o assunto.
      também nao queria que as pessoas falassem, NÃO DEU CERTO! isto não é verdade, deu certo foi otimo e ainda sobrou muito amor..
       recebi tantas mensagens ...eis algumas

      Fiquei triste com a noticia. Espero que tenham juizo. Que mantenham a amizade e valorizem o que viveram e construiram juntos.
  • Gosto dos dois e espero do fundo do coração que encontrem muita luz nesse novo caminho. Sei q não faltarão pessoas que os querem bem. Fica com Deus 
    • Amo os dois sem tamanho.... uma pena! Estou triste mas tenho certeza que ainda estaremos juntos! Vcs sao especiais... pra sempre!!!  
    • Querido amigo
      Toda a família e eu, como sabem, gostamos demais de vocês dois e desejamos que sejam muito felizes!
      Admiramos o caráter e a competência profissional dos dois e agradecemos a você,  querido, toda a ajuda como tesoureiro do grupo, e ao F., querido, toda a dedicação como nosso médico e a grande amizade que sempre nos dedicaram.
      Como vc bem disse, ninguém lhes tira os inúmeros momentos de felicidade que tiveram nesses anos.
      Sabemos que continuarão nossos amigos e a recíproca é ultra verdadeira!
      Beijos aos dois, com carinho,
      Vocês são amigos queridos, merecem ser felizes e de maneira alguma nossas amizades vão se dissolver por esse fato, realmente é uma coisa chata ... todo fim de relacionamento é sofrido e triste. Beijos

      lamento pelos dois, todo rompimento implica em sofrimento, que espero seja leve para voces e que possam manter o vinculo amigavel entre voces, para mim são dois queridos e assim permanecerão.... desejo que este periodo de luto seja produtivo e leve ao crescimento e prontidão para uma nova etapa que surge... nao esqueçam do sucesso desta relação e que os incidentes tenham servido de mola propulsora para o aprimoramento pessoal, e para as novas relações que certamente irão estabelecer... bjs!!!

      Força meu amigo! Vc é uma pessoa maravilhosa e poderá superar isso logo. De fato nunca é bom viver o final de um relacionamento tão intensamente repleto de emoções. Estou aqui sempre torcendo por voce e pelo F, que quero muito bem! Apareça...vamos num cinema, pizza, jogar conversa fora...bjs

      para mim e sempre muito difícil uma separação e uma ruptura. Aprendi que só o tempo e a disposição de nao se isolar eh que facilitam a retomada. Espirito novo meu amigo! Conte comigo. Bj

       querido: a vida é feita de ciclos e a genialidade do ser humano é reconhecer quando ele se fecha, conte comigo e rsignifique o seu amor pelo F, beijos!

12 de julho de 2012

o comunicado oficial

"Bom, é definitivo, desde ontem eu e F não estamos mais juntos, por iniciativa dele e anuência minha, resolvemos encerrar esta página de nossas vidas juntos, quem eh amigo nosso sabe dos problemas que vivenciamos, e do esforço para ficarmos juntos. Mas também conhecem nossas alegrias nestes anos todos, e é disto que não devemos esquecer! A decisão já tinha sido tomada há quase um mês, e alguns já estão sabendo, mas para os que não sabiam achei legal contar, assim as pessoas evitam dar foras (rs).
Ontem ele dormiu pela primeira vez em seu novo endereço, um flat em Moema. 
Quem gosta mais de mim, peço que não abandone o F, quem gosta mais dele, peço que não me abandone! Estamos tristes, mas bem, vamos tentar ficar amigos, levar adiante nossa sociedade nos negócios, e buscar outros caminhos. Beijos"