10 de junho de 2017

neutralidade e injustiça

Desmond Tutu dizia que “se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado do opressor.”

3 comentários:

  1. Eu concordo.
    Mas tem um pequeno detalhe: não dá pra lutar por causas perdidas.
    Tem certas situações de injustiça em que todo mundo dá razão ao opressor. Principalmente quando existe uma relação de intimidade entre o opressor e as pessoas que estão assistindo a situação. Ou, se preferir dizer assim, quando todos ali têm uma visão passional e idealizada do opressor.
    Aí, por mais que você tente interferir a favor da vítima, você vai falar sozinho, porque todos mais que estiverem presentes vão ficar a favor do opressor. Isso se não começarem a se posicionar contra você também!
    Nesse caso, será que adianta a gente interferir e falar alguma coisa?
    Eu não me incomodo de jeito nenhum em lutar pelas coisas em que eu acredito. Mas eu quero ver resultados práticos sendo produzidos. E tentar fazer as pessoas acordarem pra realidade nesse tipo de situação não vai produzir resultado prático nenhum.
    Por isso que eu não tento discutir com pessoas passionais, facilmente dominadas pela emoção, que se descontrolam quando você contradiz as idealizações delas...
    Criaturas com esse perfil são casos perdidos.

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  2. Eu brinco que sempre tento ser a Suiça nas situações mais tensas, mas já me peguei inflamado em algumas disputadas... a bem da verdade, com o passar dos anos tenho ficado menos paciente e tolerante com algumas coisas.

    Procuro ser didático, procuro ter calma para exercitar o diálogo, mas não tenho me furtado a intervir, algumas vezes mais forte outra mais leve......

    Em alguns momentos simplesmente não dá para ser neutro!

    Grande abraço.

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