17 de dezembro de 2007

alguns passos

Fiquei satisfeito em encontrar no site do MIX BRASIL um banner do Governo do Estado/ Secretaria da Justiça fazendo um link para um página que fala dos direitos GLBT.
Num estado laico é o que devemos esperar, ainda é pouco tá certo, mas é afirmar que existimos e que temos direitos, oficialmente, publicamente:
Vejam em http://www.justica.sp.gov.br/Modulo.asp?Modulo=456&Cod=51
clique também nos links de relatorios da pagina, é bem interessante saber que 70% das pessoas que fez denuncias as retirou antes que fossem julgadas

9 comentários:

  1. é realmente bom sabermos que temos direitos.. pena q nem sempre são respeitados..

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  4. Bom dia.
    Primeiro venho agradecer o comentário no meu Blog e só afirmar que afeminados nem são a minoria das minorias, no fundo quase nenhum assume de verdade. Mas... quanto à revista JUNIOR precisam dar cara de verdade para que não seja mais uma entre tantas nas bancas, não é?

    Adorei seu Blog e vou divulgá-lo a partir de hoje. Parabéns pela honesta atitude!

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  5. www.curandoalma.zip.net1:13 PM

    Adorei o blog,
    Horas de aprendizado hoje.
    Beijos

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  6. Correto a coleção é minha mesmo e eu compro até hoje com um rapaz que trabalha com playmobil importados dos EUA e europa.
    A minha coleção tem um total de 308 bonecos 10 carros 3 casas um posto de gasolina e etc etc rsss... é uma coleçaõ extensa e deve vir mais por aí estou querendo montar uma cidade palymobil só para meu blog.. rsss...
    Um abração.

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  8. Parentalidades "impensáveis": pais/mães homossexuais, travestis e transexuais, de autoria de Elizabeth Zambrano, da Universidade Federal do RS. No artigo, a autora O aumento do número de famílias formadas por pais/mães homossexuais, travestis e transexuais tem se tornado não apenas um fato social, como também um fato socioantropológico, requerendo uma revisão das nossas convicções tradicionais. O propósito deste artigo é demonstrar como o modelo tradicional da família - considerada uma família "normal" - tem influenciado a construção de parentalidades consideradas, até recentemente, impensáveis, seja socialmente ou perante a lei. O desafio deste momento é enfrentar as novas demandas e desconstruir antigas certezas da antropologia, da psicologia/psicanálise e do direito, favorecendo a legitimação dessas famílias dentro da sociedade.

    Link: http://scholar.google.com.br/scholar?q=%22Homossexualidade%2C+Parentalidade%22&hl=pt-BR&lr=&btnG=Pesquisar&lr=

    Saudações a todos,

    Giba

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  9. Demorou mas é sempre bom saber dos nossos direitos, aquela parte da lei que diz:
    " Proibir a livre expressão de afetividade, permitida aos demais cidadãos, etc. caracteriza discriminação homofóbica " é mto bom. Basta ter coragem.

    Bem, aproveitando para desejar a vc e familiares aquele Feliz Natal, (acho q não vou ter tempo para voltar aqui antes). E um 2008 com sucessos redobrados.
    abs

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